PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

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Mullet Madjack com dublagem nostalgia:
Não são as mesmas vozes energéticas de 30 anos atrás, mas pelo menos não é e-celeb.
 
Mini documentário de MARS 2120 para Inglês ver:
A parte 2 fala da arte do jogo, esbanja o fato de ser um Metroidvania 2.5D quando o gênero aposta de forma demasiada no pixel art.
MARS 2120 foi anunciado em 2020, o Metroidvania 2.5D mais recente da época era Bloodstained de 2019, que sinceramente apesar do hype, visualmente não era grande coisa, provavelmente pelo fato de querer apostar na animação retro dos jogos anteriores do Iga:
MARS 2120 na época que foi anunciado, até que estava páreo aos seus semelhantes.
2021:
Metroid Dread:
GRIME:
F.I.S.T.:
3 Metroidvanias 2.5D, dois deles sendo jogos Indies com visuais mais bonitos que MARS 2120 e com uma temática mais única pro gênero.
Passaram se os anos e MARS 2120 não evoluiu quase em nada, apesar de estar em Early Access, os que os gringos disseram no trailer mais recente:
View attachment 6201827
Compararam com um jogo de 2009:
A pior parte, MARS 2120 provavelmente vai ser o jogo mais ambicioso da Qubyte em toda sua existência, 99Vidas foi um beat'em up tosco de e-celeb e Extinction Rifts vai se perder no mar de clones de Ultrakill e não irá vender 1/4 que Mullet Madjack vendeu.
Um Metroid no espaço, até as maiores ambições da indústria nacional são redundantes.
Mesmo gênero (Metroidvania) e mesma engine (Unreal):

Grime.pngFIST.pngmars.png
 
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Quarta tentativa de soulslike Brasileiro lançou, conseguiu 5 pontos a mais que Dolmen na média geral:
Dolmen.png
Deathbound.png

Steam.png
Deathbound of Fallen.pngBlender.png
Worst.png
A indústria nacional sempre seguindo as últimas modas:
Souls Art Offline.png
Na pior das hipóteses, isso vai ser mais perto do que a gente vai ver de um "Capoeira Legends 2".

Incrível que a indústria nacional cagou dois jogados superestimados pelos "zé palestrinhas" em menos de 10 dias, e ainda temos que aguentar essas copadas dos sites BRs.
Review.png
 
Vendo esse tipo de coisa me faz ter receio de estar certo em relação a suposta lavagem de dinheiro que rola nos bastidores das criações desses jogos.

A super faturação é o principal motivo que mantém a minha teoria e que, na maioria das vezes, o povão insiste em justificar com "Ah, mas, não é produção de estúdio grande." ou algo assim.

Não, seu macaco retardado semianalfabeto, não são estúdios grandes que estão fazendo esses jogos. São estúdios indies e, por isso, o orçamento é baixo comparado a uma produção triplo A.

O problema é que o resultado entregue é bem abaixo do esperado e por isso levanta a suspeita de que o dinheiro arrecadado não foi usado 100%.

Esses jogos meia-boca são o equivalente de uma obra pública que custou milhões de reais e que foi entregue faltando coisa pra caralho porque a maior parte do dinheiro usado foi parar na cueca de alguém.
 
Eu não faço a mínima ideia.
Normalmente fecham algum contrato de incentivo em pesquisa e desenvolvimento fundado pelo governo e vivem de fazer porcaria pra cumprir o contrato.

A verdadeira dúvida é quem é o retardado que vai gastar 4.400 dinheiros com um Zeenix Pro se com essa grana dá pra importar um Steam Deck (Implicando que você quer gastar quase 5 mil reais num console portátil).
 
Relic Hunters Legend entra em early access:
Diferente do primeiro jogo, esse vai ser pago por um tempo, política de publisher fazendo efeito.
Relic Hunters Legend vai continuar sendo pago no lançamento:
Mais de 5 anos atrasado e nem conseguem manter promessa de campanha:
Campanha.png
 
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Shin Megami Tensei de índio:
Mais um Araní.

É impressionante como que em uma década os devs brasileiros conseguiram pegar o conceito de jogo com tema cultural brasileira e transformar isso em um circlejerk.

A malandragem daqui é pouco pra explicar o porquê desse fenômeno. Os europeus do leste também tem o seu hábito de fazer shovelware e tudo mais, mas, duvido que algum jogo com temática russa, polonesa ou ucraniana vira uma masturbação sem fim (igual aqui, pelo menos) e tática de marketing pra grifter superfaturar o seu projeto.

Puta que pariu, Pokémon de Índio com gráfico de jogo feito no Flash. Eu me pergunto se os ciradores de Momodora e Spark são excecções à regra ou se eles tomaram atitudes diferentes da maioria dos devs daqui.
 
E que porra jogo seria isso aí?
Temos aí a confirmação do que se trata:
No dia 7 de setembro, data que marca a Independência do Brasil, será lançada a versão beta do jogo “Zona Eleitoral – Prefeitura” disponível gratuitamente para dispositivos android sem anúncios ou compras dentro do aplicativo. Em breve, também estará disponível para iOS. “O game oferece aos jogadores uma experiência imersiva e bem-humorada, na qual eles assumem o papel de um candidato à prefeitura de uma cidade fictícia, explorando as complexidades do processo eleitoral.

“Zona Eleitoral – Prefeitura” coloca o jogador no papel de um candidato à prefeitura de Tubaúba, uma cidade fictícia, desafiando-o a tomar decisões estratégicas e gerenciar recursos para vencer a eleição. Além de ser divertido, o jogo foi criado para promover a educação política e cidadania, especialmente entre os jovens que votarão pela primeira vez nas eleições de 2024. O lançamento durante a campanha eleitoral reforça seu objetivo de conscientizar e educar sobre o processo eleitoral de forma acessível e envolvente.

O game já coleciona prêmios e participações em eventos importantes. Em 2023, foi um dos jogos premiados no Pitch do Games for Change Latin America. Em 2024, foi convidado para integrar o estande do Governo de São Paulo na Gamescom Latam, o maior evento de games da América Latina. Além disso, o jogo passou por fases de testes em escolas e projetos voltados para a juventude em Ubatuba-SP, onde o público-alvo avaliou o desempenho do jogo, e testou o nível de assimilação do público.

O desenvolvimento de “Zona Eleitoral – Prefeitura” continua. Novas versões com mais candidatos, mapas e ferramentas estão previstas, incluindo uma versão para celulares IOS, para PC e Mac. A versão beta lançada agora está aberta ao feedback dos usuários para aprimoramento contínuo.

O jogo foi desenvolvido com o objetivo de ser acessível para o maior número possível de jogadores, seguindo os princípios do design universal e diretrizes como as Game Accessibility Guidelines (GAG) e as Accessible Player Experiences (APEX), garantindo uma experiência acessível para todos, especialmente para aqueles que se beneficiam de recursos de apoio cognitivo.


Confirmação que quem está fazendo o jogo é a Ilex, que já tinha captado 500k no mesmo edital pra fazer O.U.T.T.:
Victor Fisch, roteirista, produtor cultural e apaixonado por games, desenvolveu o projeto com sua irmã Ana Fisch na empresa Fisch Sibs, sediada em Ubatuba, litoral norte de SP, em parceria com David Tennenbaun, e com o ilustrador Guilherme Janini. A Ilex é a empresa responsável pela programação do jogo, sob direção de Marcelo Rigon e Caio Chagas. A produção executiva é de Paulo Delfini, da Casa do Saci Audiovisual. Já os recursos de acessibilidade do game receberam a consultoria especializada da empresa 7.1. O projeto foi realizado através de recursos de editais do ProAC e Lei Paulo Gustavo.
Os caras submetem empresas diferentes para saírem com um milhão em apenas um edital, e a indústria nacional vai inchando com jogo medíocre e investimento indo pro ralo.
 
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@Sparky Lurker, puta que me pariu. Era só mais um shovelware feito às pressas pra justificar dinheiro de edital.

Mano, de verdade, não é à toa que área de Tecnologia é tão nichada aqui nesse país.

Durante a pandemia, por causa da demanda por conta do home-office, houve uma alta na contratação de gente fazendo Uniesquina EAD que não sabia bosta nenhuma de programação, sem contar as start-up plim-plim. Criou-se uma bolha que estourou depois que as medidas de lockdown aliviaram.

Eu fui um dos idiotas que quase desperdiçaram uma graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas porque achava que a área era pra mim e também porque fui nessa onda de influencer filho da puta que elevava a porra da área a nível de panteão.

A verdade é que área de Tecnologia tem uma barreira de entrada tão complicada quanto Engenharia, Direito, Publicidade, etc.

Ou tira o canudo pra prestar concurso público ou arrume uma peixada boa. Fora isso, o que te sobra é Uber ou emprego fim de carreira.

Dito isso, se para áreas tradicionais já é uma putaria pra arrumar sequer um estágio, imagine os idiotas que foram embarcar na onda do hype da programação porque passam o dia inteiro no computador jogando.

O tanto de bostileiro que vai saturar a área e fazer número para vaga de emprego fazendo com que matérias de jornais pagas por instituições fiquem exarcerbando o quanto de vagas tem disponíveis e o quanto de dev falta no mercado vai resultar naquele velho ciclo de área hypada, influencer falando merda, pangaré sem vocação querendo entrar na área e área ficando saturada de bostileiro formado em Uniesquina EAD trampando de Uber.

Isso sem mencionar os macacos que compraram curso de influencer.

Somado a isso, você tem o governo querendo "incentivar" a área superfaturando jogo meia-boca feito a toque de caixa o que só contribui para o problema.

Mas, lógico, eu sou o vira-lata por falar isso.

Patriota de verdade incentiva a oligarquia existente que abre o cu pro capital estrangeiro enquanto pessoas que querem ganhar a vida com o ofício mas que não fazem parte da panelinha são obrigadas a procurar oportunidades no exterior.
 
O 171 eu acho interessante por que tipo, mesmo se entregarem tudo o que foi prometido, ainda assim seria um jogo inferior a GTA 3 de 2001. Time pequeno sozinho não explica, GTA 3 foi feito por 25 pessoas.

Eu duvido muito que "mas é no brasil" é o suficiente para tornar o jogo interessante se é tão simples
 
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