PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

Hoje, quase ninguém lembra desse gênero de merda que é um porre de escutar.
Só certos tipos de universitário ainda escutam essa bosta, normalmente os mais arrogantes. E claro, tem uma pequena parcela da população que ainda é saudosista dos tempos de adolescência, nesse caso é natural que ainda gostem disso. Comparar MPB com coisas como Delta Blues e Jazz é um verdadeiro massacre. Os artistas de mpb enxergarem o gênero como simples ferramenta de luta ideológica contribui para sua própria pobreza cultural.

Minha teoria pessoal favorita é o fato de brasileiro gostar de discurso, não de música. Por isso coisas como funk carioca, mpb e sertanojo fazem sucesso: toda a atenção está nas letras enquanto a melodia, os instrumentos, etc são deixados de lado. O povo do sertanojo basicamente esqueceu as raízes ibéricas - foco e habilidade em viola e violão - e só insistem em rimas bobas sobre ser corno, fazer os outros serem cornos, e beber. É triste.

Voltando ao assunto em questão, esse jogo do Gaúcho até aparenta ser legalzinho, se tivesse sido lançado há uns 3~5 anos atrás. Concorrer com Fantasy Life i e as dezenas de cópias de Animal Crossing e Harvest Moon não é coisa fácil hoje em dia.
 
E vamos para Julho, onde a batalha regional do circlejerk cultural se solidifica até na indústria nacional.

De um lado, representando o Nordeste, com 5 anos de desenvolvimento, um Diablo-like roguelike da Guerra dos Canudos, o segundo jogo de circlejerk cultural Brasileiro publicado por uma empresa estrangeira, com data marcada para 22 de Julho: Hell Clock
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Do outro lado, representando o Sul, com 9 anos de desenvolvimento, um jogo de fazenda com fantasia, tendo o marco de ser o primeiro jogo de circlejerk cultural gaúcho, com data marcada para 16 de Julho: Gaucho and the Grassland
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Que flope o pior.
Hell Clock obtém mais de 2k de jogadores no lançamento, superando 171 e virando o jogo de circlejerk cultural mais bem sucedido do Brasil.
Em comparação Gaucho and the Grassland obteve um pico de menos de 200 jogadores no lançamento:
 
Falta 5 meses para acabar o ano:
171- Nenhuma atualização desde Novembro, zero chances de lançar esse ano.
Bagdex- Última atualização da Demo medíocre foi em Maio, zero chances de lançar esse ano.
AILA- Ainda sem demo na Steam, possível anúncio da data em breve mas não levo fé que lança esse ano.
 
Falta 5 meses para acabar o ano:
171- Nenhuma atualização desde Novembro, zero chances de lançar esse ano.
Bagdex- Última atualização da Demo medíocre foi em Maio, zero chances de lançar esse ano.
AILA- Ainda sem demo na Steam, possível anúncio da data em breve mas não levo fé que lança esse ano.
171 vai ser severamente ofuscado pelo GTA VI quando lançarem ano que vem e detalhe que GTA VI vai custar cerca de 100 dólares. Mais de uma década de development hell vai para o caralho e corre-se o risco de que 171 faça jus ao nome do título e tenha o mesmo desfecho que Trajes Fatais.

Bagdex com certeza vai ter a mesma recepção broxante que Enigma do Medo teve. Um Pokémon-like tosco para caralho que todo mundo vai esquecer no dia seguinte do lançamento.

Nem lembro mais que raio de jogo é AILA.

Enfim, só mais um passo rumo a decadência do mercado nacional.
 
O rival do 171 agora está na Steam:
[Archive]

O trailer já começa com uma narração merda com um papinho de "brasileiro desiste nunca" e clichês que todo mundo já conhece. Além disso, o mapa mostrado no vídeo me parece que é só uma área sendo mostrada de vários ângulos diferentes.

Mas, pelo menos, conseguiram chegar no mesmo patamar que o 171 em apenas dois anos.
 
Titio Sweeney manda os criadores de Horizon Chase para a Fortnitelandia:
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Lembrando que quando compraram a Psyonix e a Mediatonic não houve esse rebranding todo.
A empresa que começou com jogos licenciados de IPs do Cartoon Network, atingiu seu auge com o Top Gear tupiniquim, terá seu fim administrando grandes colaborações como esta:
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A indústria nacional nunca foi tão capada como agora.
Horizon Chase fez 10 anos ontem e não teve atualização ou um simples post comemorativo, mas pelo menos teve necromancia no Fortnite recentemente:
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Qual a probabilidade de tanto 171 quanto Impunes se tornarem o nosso The Day Before tupiniquim?
 
Qual a probabilidade de tanto 171 quanto Impunes se tornarem o nosso The Day Before tupiniquim?
Para que isso aconteça, seria necessária uma grande quantidade de gente enraivecida se sentindo enganada, tipo uma situação 'tochas e ancinhos'. Jogador brasileiro é corno manso, só vai se enraivecer se streamers/influencers colocarem fogo. Eu duvido muito que isso aconteça, esses jogos serão só eternos betas e cairão no esquecimento no momento em que as subcelebridades brasucas desviarem o foco do povão pra outra coisa.

E sempre haverá gente disposta a defender essas porcarias pelo simples fato de serem brasileiras, como se isso fosse uma qualificação.
 
Careca branco que fundou a grandiosa Flux Games está trabalhando diretamente com a nova Acclaim em um jogo de circlejerk cultural afro-brasileiro:
Queria viver em um mundo em que projetos envolvendo mitologias pouco exploradas em regiões no cu do mundo (como a nossa) tivessem potencial. O problema é que só hippie se importa com Candomblé e cultura africana, logo, o pano de fundo só vai servir pra lacrada, "kill whitey" e "muh resistência".
É uma história mais velha que o tempo. O público gringo não é burro, vai perceber as lacradas sutis e não comprar o jogo; enquanto a galera progressista vai dar biscoito, falar bem no ResetEra e lançar uma meia dúzia de artigos elogiando; mas ninguém vai jogar, de fato.
O lado bom disso tudo é que a tradição ainda se mantém e a Acclaim continua publicando flops em pleno século XXI.
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A cereja do bolo: o flex de feminista empoleirada. Meti o dislike sem dó no vídeo.
 
O problema é que só hippie se importa com Candomblé e cultura africana
O problema já começa com essa coisa abstrata chamada "cultura africana". Só os bantu são centenas de povos e etnias... O que a África mais tem é divisão, só que dá muito trabalho escolher um povo/mitologia específica e focar só naquilo ali. É mais fácil lacrar com 'personagem principal negra genérica nº7262'.

E outra, Brazil não é África, é Brazil. Imagina que legal seria um jogo estilo Soul Reaver usando a mitologia da Umbanda? Se for pra fazer circlejerk cultural , faz bem feito.
 
Depois da:
-Qubyte Interactive
-GoGo Games Interactive
-Epopeia Games
-Bee Legacy Publishing
-Short'n Sweet (Desistiram depois de 4 jogos)
-Sad Socket
-Dream Stories
-The Bueno Interactive
-Nuuvem Publishing
Vem aí a publisher de games indie Brasileira que vai mudar o mercado nacional, dos mesmos criadores de Pocket Bravery:
-Nuntius Games
O jogo mais bem sucedido da publisher que veio mudar a indústria nacional é um clone de Vampire Survivor:
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Destaque para o Arashi Gaiden que não conseguiu nem 30 jogadores simultâneos na Steam.
 
Mas qualquer pardola de nariz e beiço fino e olho claro nessa porra de país é a negritude em pessoa mesmo que a pele seja igual café com leite.

Movimento identitário no Bostil é bem a cara daqui: tudo do avesso.
No Hostil, até imigrante/descendente direto de italiano ou alemão é visto como negro, falo por experiência própria
 
Amanhã lança o absoluto meme:
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E depois de amanhã a Qubyte vai lançar o Winter Soldier do Paraguai para flopar no mesmo dia que outra sequência esperada:
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Pelo menos Aviãozinho do Tráfico é divertido, é tão ruim que acaba sendo bom - e acho que esse é o esperado mesmo. Obviamente que não é um jogo para ser levado a sério.
 
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