PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

Lançamento de Dungeon Drafter, mistura de Mystery Dungeon com Deck Building:
Arte agradável e gameplay interessante, entretanto as poucas reviews demonstram uma espécie de "tudo ou nada" no gosto pelo jogo, recomendação com cautela.
 
Dumativa conseguiu arrecadar 6 milhões apenas puxando saco de e-celeb:
Enigma.png
Lenda do heroi 2.png
Bagdex.png
Enigma do Medo segue sem data de lançamento.
 
Mais jogos que a indústria nacional nos oferece "em breve":
Um metroidvania inspirado em Hollow Knight: Seedless Light
Um Hollow Knight apenas com Boss rush: Gurei
Um híbrido de The World Ends With You com Friday Night Funkin: Urbano
Mais um circlejerk cultural que em menos de um mês todo mundo esquece: Turi-Kaapora
Um Shin Megami Tensei pero no mucho: Exodus Checkmate
Um retro survival horror: Lacerator
E pra você que já tá de saco cheio de jogo de e-celeb, vem aí jogo de v-tuber: Lovestruck
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Mais jogos que a indústria nacional nos oferece "em breve":
Um metroidvania inspirado em Hollow Knight: Seedless Light
Um Hollow Knight apenas com Boss rush: Gurei
Um híbrido de The World Ends With You com Friday Night Funkin: Urbano
Mais um circlejerk cultural que em menos de um mês todo mundo esquece: Turi-Kaapora
Um Shin Megami Tensei pero no mucho: Exodus Checkmate
Um retro survival horror: Lacerator
E pra você que já tá de saco cheio de jogo de e-celeb, vem aí jogo de v-tuber: Lovestruck
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Isso só mostra que nosso querido Bostil se destaca apenas em ser um enorme fazendão pro mundo.

Qualquer outra coisa que a macacada tenta se aventurar acaba resultando em algo tosco.
 
Gringos já estão hypando Punhos de Repúdio:
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Não se esqueçam que o jogo vem com a arte de um dos chubby chasers bebedor de urina mais talentosos do Brasil: Kainã Lacerda
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Qubyte foi all-in portando essa bizarrice:
Punhos.png
O metroidvania marciano deles falhou em gerar qualquer hype, e provavelmente decidiram abraçar a primeira controvérsia para continuar relevante:
 
Mad Mimic anuncia seu metroidvania top down: Mark of the Deep
Point and Click do Irmão do Jorel ganha data de lançamento e vai ser separado em 3 partes:
 
Dandy Ace, comparado a sua óbvia inspiração, Hades, até que tinha um charme único em seu design:
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Agora Mark Of the Deep, comparado a sua inspiração menos óbvia, Death's Door, até a interface sofreu downgrade:
pasted image 0.pngMark-of-the-Deep-06.jpg
Mesmo assim a Mad Mimic ainda quer pedir mais que o dobro do projeto anterior:
Dandy campanha.pngMark Campanha.png
A indústria nacional nunca foi tão cliche e pedinte como agora.
 
Olha, estou tentado a fazer um Let's Sperg deste bagulho pra ver se este negócio ao menos vale a pena como jogo em si. Pelo que tenho entendido, os Shops dos mencionados consoles proíbem qualquer coisa abertamente polêmica.
E pelo que andei lendo, como jogo é um ótimo irritador de bolsonaristas, o que não me dá muitas esperanças. E vendo o histórico de criaturas lacradoras se aventurando a fazer joguinhos indie pras massas, a coisa piora.
Mas vai que, né.
 
Como o continente Sul-americano aborda o gênero beat'em up:
Peru:
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Uruguai:
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Brasil:
99.jpg20170103192205_1.jpgdownload.jpgpunhos.jpg

Aproveitando para postar o Beat'em up da Red Nose, sequência de um jogo de celular, também publicado pela Qubyte:
 
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Abragames protesta contra o Marco Legal dos Jogos:
Abragames.pngFx4jUiUWAAE9T-0.jpgFx4jVhkXsAElgRN.pngFx4jYc0XwAI8geW.png
Tal protesto se dá após a Abragames conseguir um suposto investimento de 50M de dólares no exterior que poderá ser distribuído em 43 "estúdios", grande maioria de terceirização e jogos mobile:
Investimento.pngEmpresas.png
 
Só reforça o fato que o Brasil é para a América Latina o que o Aquaman é para os Super Amigos.

Aliás, @Sparky Lurker, vossa excelência possui alguma opinião sobre cursos patrocinados por YouTubers tais como Danki Code e afins?
 
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Só reforça o fato que o Brasil é para a América Latina o que o Aquaman é para os Super Amigos.

Aliás, @Sparky Lurker, vossa excelência possui alguma opinião sobre cursos patrocinados por YouTubers tais como Danki Code e afins?
Todo curso de games brasileiro tem como único intuito engambelar o cidadão falando que vai fazer um novo Minecraft só para o mesmo acabar saindo com um certificado de entupidor de shovelware do Play Store e App Store.
O que mais pega mesmo é ver artigos falando que a indústria nacional cresceu sei lá quantos porcentos ao ano e quando você vê o estúdio mencionado no artigo é isso aqui:
Wildlife.pngTennis Clash.png
 
Olha, estou tentado a fazer um Let's Sperg deste bagulho pra ver se este negócio ao menos vale a pena como jogo em si. Pelo que tenho entendido, os Shops dos mencionados consoles proíbem qualquer coisa abertamente polêmica.
E pelo que andei lendo, como jogo é um ótimo irritador de bolsonaristas, o que não me dá muitas esperanças. E vendo o histórico de criaturas lacradoras se aventurando a fazer joguinhos indie pras massas, a coisa piora.
Mas vai que, né.
Tem umas pessoas que não tem um pingo de visão a longo prazo: Ficam cagando jogos do momento pra ganhar engajamento temporário que são nada mais que 15 minutos de fama.

Depois que os governos estaduais aliviaram as medidas contra COVID essa porra de jogo de protesto contra quem não usa máscara provavelmente já deve ter ficado datado igual àquele Zueirama com aqueles memes cancerígenos de 2010-2015 que alguns já tinham perdido a graça ou já eram datados quando o jogo lançou.

Site dos criadores de Zueirama: https://www.memesgames.com/

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Aí, depois que o hype passou, não fizeram mais nada de notório justamente porque a indústria bostileira de chupinhar trouxa é especialista em apenas uma coisa: Fazer shovelware da moda pra ganhar dinheiro ou e-fama pra depois cair no ostracismo.

E depois ficam reclamando que viver de fazer joguinho vale menos a pena que vender bala no farol.
 
O point and click do Irmão do Jorel não tem dublagem:
Dublagem.png
Até o disco de PC dos anos 90 da Turma da Mônica tinha dublagem e isso aqui que custou, no mínimo, meio milhão dos cofres públicos, não tem:
Orçamento.png
A indústria nacional nunca exibiu tamanha competência como agora.
 
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Tem umas pessoas que não tem um pingo de visão a longo prazo: Ficam cagando jogos do momento pra ganhar engajamento temporário que são nada mais que 15 minutos de fama.

Depois que os governos estaduais aliviaram as medidas contra COVID essa porra de jogo de protesto contra quem não usa máscara provavelmente já deve ter ficado datado igual àquele Zueirama com aqueles memes cancerígenos de 2010-2015 que alguns já tinham perdido a graça ou já eram datados quando o jogo lançou.

Site dos criadores de Zueirama: https://www.memesgames.com/

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Aí, depois que o hype passou, não fizeram mais nada de notório justamente porque a indústria bostileira de chupinhar trouxa é especialista em apenas uma coisa: Fazer shovelware da moda pra ganhar dinheiro ou e-fama pra depois cair no ostracismo.

E depois ficam reclamando que viver de fazer joguinho vale menos a pena que vender bala no farol.
Pior que é verdade. Acabo de jogar uns dez minutos do Punhos de Repúdio e se não fosse pelo hype de ser "simulador de bater em negacionista e bozonazista," ninguém daria uma pataca. Nem tem jogabilidade ruim, só é incrivelmente medíocre atrás da roupagem cool. Simplesmente não deu vontade de jogar mais.

Isso me lembrou de uma vez que eu vi uma reportagem no PEGN sobre uma empresinha de jogos do Rio de Janeiro. Os caras angariaram fundos pessoais para comprar os PCs, adquirir os programas, ensinar o pessoal desenvolvedor, e diziam estar empenhados em fazer jogos que "valorizassem a indústria nacional."
Aí mostraram alguns dos jogos em desenvolvimento, e... Bom, nada que chamasse a atenção. Se é que lançaram alguma coisa, devem estar perdidos no shuffle da Steam ou da Epic. Todo esse empenho e zero retorno. Aposto que a empresa deve ter falido e seus membros ido cada um pra um canto e achando que "mereciam melhor sorte."

É que nem futebol feminino: Como espera que a gente valorize, se o produto entregue é de uma qualidade duvidosa e aquém ao dos grandes nomes? E nem digo das Activisions e Bethesdas da vida, eu digo das indies mesmo. É mais do mesmo, só que com um disfarce de índio, de favelado, de Youtuber ou de algum outro jogo famoso.
 
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