PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

2 Jogos Brasileiros no Game Awards em uma categoria que já sabemos que não vão ganhar:

Best Fighting Game
  • God of Rock (Modus Studios Brazil/Modus Games)
  • Mortal Kombat 1 (NetherRealm Studios/WB Games)
  • Nickelodeon All-Star Brawl 2 (Ludosity/Fair Play Labs/GameMill Entertainment)
  • Pocket Bravery (Statera Studio/PQube)
  • Street Fighter 6 (Capcom)
Já falei do estimado Pocket Bravery aqui, o o outro é God of Rock dos desenvolvedores de Override e está aí apenas para encher linguiça:


Crítica 1.pngCrítica 2.pngCrítica 3.png

Brasileiro e a capacidade de criar um jogo que pode ser destruído em uma única frase:
Frase.png
Apesar dos resultados óbvios é engraçado de se ver que conseguiram mais reconhecimento que a dupla colorida de Unsighted.
 
What the Duck, que levou 499 mil da Ancine, teve um lançamento silencioso dia 9 de Novembro:
Como no momento o jogo não tem críticas, é melhor deixar o próprio povo julgar o Ratchet and Clank tupiniquim.
 
TMNC bicho, Br não sabe valorizar os próprios jogos nacionais, botaram Horizon Chase 2(de novo) e um jogo de veveco que lançou poucos dias antes com apenas 15 avaliações na Steam pra competir:
Jogos.pngMal Feito.png
"Pq ninguém leva a indústria nacional a sério?"
Os próprios caras que tem o ofício de divulgar essa merda só cagam no pau e bancam de ignorante, acho que essa thread fez mais pela indústria nacional do que a caralhada de jornalista que faz essa competição de bosta.
Zé ruelas.png
 
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3 horas e meia da visão gringa sobre a única série de games Brasileira bem sucedida no exterior:
Brasileiros em rota de saturar o gênero da única franquia que deu certo no exterior:
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Brainstorm nacional nunca exibiu tamanha criatividade como agora.
 
Essas coisas mal tem repercussão na mídia, mas sim, os estados de São Paulo e Rio de Janeiro ambos fizeram editais com a lei Paulo Gustavo, tais resultados foram divulgados 13 de Novembro, não é a lista final e provavelmente apenas projetos com nota altas irão receber a grana:

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Coisas notórias:
-As listas foram feitas as pressas, tem um monte de nome placeholder que não direciona para lugar nenhum.
-Os valores não condizem em nada com a realidade da maioria dos projetos, é tudo puro chutômetro, isso tá bem pior que os editais da Ancine.
-Jogos que já tinham sido financiado pela Spcine na cidade de São Paulo (Pivot of Hearts e Glitchers), vão levar mais grana ainda agora do estado.
-Jogos que tiveram crowdfunds pífios (Mark of the Deep e Entre as Estrelas) vão levar 1 milhão pra casa.
-Teve jogo que foi classificado em ambos estados, como Entre as Estrelas, não se sabe se vai receber em ambos editais.
-No edital do RJ, certos projetos classificados nem mesmo são de videogame.
-Dois jogos em Guanabara, criatividade tá a milhão aqui.
-Ambos editais somam um "investimento" de pelo menos 31 milhões.


Glitchers é outro beat 'em up bosta providenciado pela indústria nacional, já é a décima vez que fracassam, puta que pariu, como pode um troço desses, o BR praticamente respirou esse gênero nos anos 90 e não consegue entregar algo que preste:
Nem fodendo que isso aqui merece um milhão.

Naara, por outro lado, é um Metroidvania de índio e pelo menos naõ me faz querer arrancar os olhos de desgosto:
Mesmo assim, como Glitchers e Pivot of Hearts, também já recebeu grana do estado na Lei Aldir Blanc e está aqui de novo.
 
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Isso daí é obviamente scam.

Assim como acontece no cinema e música, os caras passam a mão em 90% da grana dessas leis retardadas e só entregam uma bosta qualquer pra não se complicarem na justiça.

Aquele ator que fez o encosto em A Viagem conseguir roubar dinheiro até do Ford Coppola (LMAO) e Netflix com a filmeco vagabundo dele que não teve ter custado nem 30 mil reais, O cara ficou milionário nessa brincadeira.

Vc pode até tirar sarro da Gamemill, mas nesse caso o trabalho pelo menos é honesto, vem de uma publisher gringa que tb faz dinheiro de forma imoral - enganando consumidor pouco informado com franquias licenciadas - mas pelo menos não criminosa.
 
Trailer de Residiuum, um jogo superestimado cem porcento nacional, que tenho certeza que vai ser cem porcento decepcionante:
Finalmente o BR aprendeu a fazer trailers cinemáticos de gameplay da era do PS3.
 
What the Duck, que levou 499 mil da Ancine, teve um lançamento silencioso dia 9 de Novembro:
Como no momento o jogo não tem críticas, é melhor deixar o próprio povo julgar o Ratchet and Clank tupiniquim.
Essas coisas mal tem repercussão na mídia, mas sim, os estados de São Paulo e Rio de Janeiro ambos fizeram editais com a lei Paulo Gustavo, tais resultados foram divulgados 13 de Novembro, não é a lista final e provavelmente apenas projetos com nota altas irão receber a grana:

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Coisas notórias:
-As listas foram feitas as pressas, tem um monte de nome placeholder que não direciona para lugar nenhum.
-Os valores não condizem em nada com a realidade da maioria dos projetos, é tudo puro chutômetro, isso tá bem pior que os editais da Ancine.
-Jogos que já tinham sido financiado pela Spcine na cidade de São Paulo (Pivot of Hearts e Glitchers), vão levar mais grana ainda agora do estado.
-Jogos que tiveram crowdfunds pífios (Mark of the Deep e Entre as Estrelas) vão levar 1 milhão pra casa.
-Teve jogo que foi classificado em ambos estados, como Entre as Estrelas, não se sabe se vai receber em ambos editais.
-No edital do RJ, certos projetos classificados nem mesmo são de videogame.
-Dois jogos em Guanabara, criatividade tá a milhão aqui.
-Ambos editais somam um "investimento" de pelo menos 31 milhões.


Glitchers é outro beat 'em up bosta providenciado pela indústria nacional, já é a décima vez que fracassam, puta que pariu, como pode um troço desses, o BR praticamente respirou esse gênero nos anos 90 e não consegue entregar algo que preste:
Nem fodendo que isso aqui merece um milhão.

Naara, por outro lado, é um Metroidvania de índio e pelo menos naõ me faz querer arrancar os olhos de desgosto:
Mesmo assim, como Glitchers e Pivot of Hearts, também já recebeu grana do estado na Lei Aldir Blanc e está aqui de novo.
Isso aqui tirou 9.26:
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Pitch do jogo:
Outra coisa que chamou a atenção:
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Tá de zoeira que é fácil assim pra ganhar um milhão? Vou meter um Among Us RJ e viver minha vida de milionário.

Existem coisas chatas que artista BR e nacionalista de DCE tenta empurrar pra gente (Saci, índio, curupira, etc.). Cangaceiro é uma delas.
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Melhor combinação de nome:
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Kill Whitey: the game
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A pessoa sai do tumblr, mas o tumblr não sai dela:
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E pra quem acha que só tem jogo de esquerda...
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De longe, o título mais pretensiono:
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Como alguém tira 93,75 sem um nome decente cadastrado?
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Na lanterna, um jogo de tabuleiro ao estilo "drink-game" porcamente feito:

Toren é cidadão Kane perto desses projetos.
 
Mullet Madjack:
Achei o jogo bem frenético e bombástico, o cara do Fi da Puti Samurai está trabalhando nele, usa o estilo de jogabilidade de outro Neo Boomer Shooter chamado Post Void e o estilo de arte é bem nostálgico.
Entretanto achei a propaganda nas mídias sociais do jogo bem paiá, não querendo ser o chatão aqui, mas falar que o jogo é Guts em Ghost in the Shell é forçar demais a barra, ambos são praticamente o completo oposto desse jogo.
O que chega a ser engraçado, já que em vídeos posteriores eles citam a verdadeira inspiração, que é um pouco mais desconhecida:
Riding Bean.jpg
Acho que seria melhor só falar que o jogo é "Far Cry:Blood Dragon Anime Edition", do que ficar tentando vender o jogo para quem só viu Akira e dormiu no meio de Ghost in the Shell.
Edit: Mencionou Toren e olha quem aparece logo no post seguinte por pura coincidência:
Toren é cidadão Kane perto desses projetos.
Martinello.png
Bem que a arte nao me era estranha, por algum motivo Tubelive foi removido da Steam.
 
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A indústria nacional não tem clássicos para requentar, então vai ter que ser os "crássicus" mesmo:
crassicu.png
 
Estúdio faz 2 jogos simultâneos, arrecada 500k reais nos editais da Ancine, 150k reais da SPcine e mais 55k dólares de kickstarter, ganha contrato com a Netflix e a Gearbox, e agora está aí chorando na Folha de São Paulo:
O estúdio brasileiro Rogue Snail, que lançou o jogo "Relic Hunters Legend" em parceria com a Netflix após seis anos de desenvolvimento, demitiu 17 funcionários no mês seguinte à sua publicação.

Fundado pelo carioca Marcos Venturelli em 2014, não faltavam indícios de que o estúdio estava vivendo dias de glória, com contratos com grandes empresas norte-americanas e o anúncio de seu jogo no Game Awards, equivalente ao Oscar dos videogames, com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

Dentro da empresa, contudo, o clima era de apreensão. No início de 2022, quando "Relic Hunters Legend" já entrava em seu quinto ano de desenvolvimento, o estúdio passou a negociar um novo projeto secreto com uma grande publicadora internacional.

Conforme os acordos avançaram, novas contratações foram feitas, levando o estúdio a bater a marca de 50 funcionários ?algo incomum para desenvolvedoras de games brasileiras.

Contudo, em março de 2023, Venturelli e seus sócios foram pegos de surpresa com o cancelamento súbito do projeto e o corte de fundos à Rogue Snail.

Paralelamente, gigantes da indústria global começavam a realizar demissões em massa, como Take-Two, Amazon (tanto em sua plataforma de streaming Twitch quanto em sua divisão de games), Riot, Microsoft e Electronic Arts ?só nesta última, 800 perderam seus empregos no começo do ano.

Com o corte dos recursos necessários para sustentar o crescimento acelerado, a pressão recaiu sobre a equipe de desenvolvimento de "Relic Hunters Legend", que exigiria um lançamento estrondoso para cobrir as despesas da companhia.

"Foi como trabalhar com uma arma apontada para a cabeça de todo mundo", afirma Venturelli, que considera 2023 o ano mais difícil da história do estúdio.

Lançado em setembro, o jogo teve uma recepção morna, resultando em uma demissão em massa, feita, de acordo com Venturelli, com transparência e diálogo com os funcionários. "A gente fez essa manobra para estabilizar a situação", afirma.

Quando "Relic Hunters Legend" começou a ser desenvolvido, em 2016, "Destiny", jogo que o inspirou, ainda era popular.

Porém, no decorrer do longo período de desenvolvimento, outros sucessos comerciais direcionaram o setor para diferentes gêneros.

"Essa é a dificuldade de fazer as coisas em desvantagem", explica Venturelli. "Se a gente já tivesse recurso suficiente logo no início, teríamos terminado muito antes. A gente tem que montar o avião enquanto ele já está voando."
*Erro no artigo é que a publisher de Relic Hunter Legends é a Gearbox, a Netflix publicou Relic Hunter Rebels, até o colunista se confundiu com a desnecessariedade de 2 projetos.

Já a turma de Dandara está em prantos também porque 300k de dinheiro público não é suficiente para financiar o jogo novo deles:
O estúdio mineiro Long Hat House, que teve sucesso internacional com seu elogiado metroidvania (subgênero de ação inspirado em "Metroid" e "Castlevania") "Dandara", não lidou com demissões, até pelo seu tamanho reduzido ?conta com seis pessoas?, mas está com dificuldades de financiar seu novo projeto, em desenvolvimento há dois anos. "Achávamos que depois de 'Dandara' seria mais fácil conseguir recursos", diz Lucas Mattos, cofundador.

O novo jogo, um RPG moderno com temas atuais, inspirado na cultura urbana de metrópoles brasileiras, ainda não anunciado oficialmente, foi recusado por publicadoras internacionais.

Com a indisponibilidade do capital estrangeiro, o jeito foi recorrer aos editais da Lei Paulo Gustavo. Contudo, com uma oferta de apenas R$ 300 mil para a elaboração de um jogo completo, valor considerado baixo para os padrões do setor, a equipe teve que inscrever um projeto menor e mais simples ?um retrocesso em relação ao jogo que vinham desenvolvendo e ao próprio "Dandara", lançado em 2018.

Sem novos financiamentos, o estúdio se mantém com o lucro das vendas de "Dandara". "A gente segurou para não expandir, não aumentar salário e nossa própria qualidade de vida", conta Lucas. "Se tivéssemos seguido o caminho padrão e expandido, com capital estrangeiro, hoje não conseguiríamos mais."
A piada aqui é que a reclamação da Long Hat House não ter conseguido uma publisher estrangeira pro próximo jogo vem 4 dias depois que a OTA IMON anuncia Zet Zillions com a mesma publisher de Dandara e Wolfstride(Raw Fury). Vai na fé que os gringos se importam com o circlejerk cultural tupiniquim.

A indústria nacional nunca esteve tão lesada como agora.
 
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Coelho Awards 2023, porque não tem nada melhor que anunciar o seu jogo em canal de e-celeb consolista:
Run 'n Gun do nordeste: Visagens
Pokemon de circlejerk cultural onde os treinadores são e-celebs, só que de índio : Kaardrika
Jogo de plataforma 2D Indie que lembra outro jogo de plataforma 2D indie: Archaogem
Risk of Rain 2-like, Atomic Picnic, ganha trailer mais polido:
Atomic Picnic tem o grande plot twist de que tem envolvimento de e-celeb, não Brasileiro, mas sim Americano:
 
Last edited:
Não mencionados de 2023:
Visual Novel de terror no busão:
Plataforma 3d genérico:
Jogo de terror com crítica social foda:
Analog Horror para youtuber fazer vídeo de uma hora sobre:
Hello Charlotte lite:
Visual novel de terapia de robô:
Aquele jogo que ganhou o evento online da Flux games que levou 100k de dinheiro público:
O último Bit Trip Runner que teve envolvimento de estúdio Brasileiro:
Vampire Survivor só que FPS:
Outro Sonic-like tupiniquim:
 
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