PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

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Pedro Caxa teria criado um reality show de "mansão gamer" em meados de 2022 que durou um total de 3 episódios:
O Halo Tiktokiano foi abandonado no fim de 2022, ambos sites e Discord saíram do ar, Pedro Caxa vendeu o jogo para o estúdio do Slay the Spire do Jovem Nerd:
https://forbes.com.br/forbes-tech/2...recebeu-apoio-do-itau-e-acaba-de-ser-vendido/
Em Setembro de 2023, Pedro ganha outro artigo na Forbes dizendo que estaria se tornando perto de um milionário, teria ganhado um cargo na Tectoy:
Na Gamejam anunciou seu próprio curso de Game Design:
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A indústria nacional nunca exaltou tanto a incompetência como agora.
Às vezes me dá a impressão de que há buracos na lei que permitem que a pessoa cometa estelionato sem ser enquadrado no Artigo 171.
Como todo rato concurseiro venho estudando sobre a Lei 9613/98 e o padrão de atitude desses farofeiros me lembra um pouco a questão de como esses embustes lidam com o dinheiro alheio.
 
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Os criadores de Ninjin vão trazer o Zelda-like de rato antes dos criadores de Shovel Knight:
 
Hoje o grande lançamento do mês, Slay the Spire do Jovem Nerd com patrocínio da Magalu Games:
Surpreendendo zero pessoas, jogo de e-celeb acaba em polêmica:
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Incrível que no artigo em que Pedro Caxa vendeu o Halo Tiktokiano, a empresa diz que tem 24 projetos ativos com 150 funcionários, outro Odin Game Studio fechando as portas logo breve.
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A DX começou a passar por dificuldades financeiras no início de 2023. O primeiro layoff aconteceu no primeiro mês. Foi ruim, mas tudo foi feito dentro da lei. Nos próximos meses, os pagamentos ficaram um pouco estranhos, mas no máximo atrasou um dia e foi comunicado o atraso. Até que no mês de maio, houve o primeiro atraso maior. Normalmente era pago no dia 5 e nesse mês foi pago no dia 12.

No mês de junho não foi pago nada. A equipe trabalhou por alguns dias, mas na segunda metade do mês a maioria já havia paralisado. Recebemos alguns emails explicando o atraso, mas não sobre o que estava acontecendo com a DX. Ninguém havia sido mandado embora ainda ou sabia se ia ficar. Dia 4/7 teve um all hands onde a empresa tentou se explicar. Houve um novo layoff e foi avisado que os 2 salários atrasados (referente a maio e agora junho) seriam pagos num contrato de pagamento a todos. O Ruff Ghanor continuaria sendo desenvolvido após receber um investimento previsto.

O pagamento seria feito em 10x (numa distribuição que não eram iguais as parcelas, as primeiras eram menores que as últimas). O pagamento foi feito até o terceiro mês, mas foi congelado por afirmarem que não poderiam pagar sem o dinheiro que viria do lançamento do jogo. Após o jogo ser lançado, não houve mais pronunciamento da empresa.


A primeira correspondência que recebemos é de 5 de junho do ano passado e ela relata que o “mercado continua difícil” para a DX Gameworks. O CEO afirma que está brigando por “alternativas de receita”. Ruff Ghanor só seria lançado em 22 de fevereiro de 2024.

O segundo email é de 9 de junho de 2023. Lá, o CEO afirma: “Dando um update sobre pagamentos. Sendo sempre super transparente e objetivo. Infelizmente, ainda não temos clareza quanto a data de pagamento deste mês. Nossa expectativa é resolver até o fim de semana que vem”.

Ele segue: “Porém, ressaltamos que dessa vez resolveremos não só o pagamento do mês, mas o pagamento dos meses subsequentes. Será uma solução melhor para a saúde da empresa. O processo é complicado e burocrático. Estamos trabalhando praticamente 100% focados em resolver a sustentabilidade da empresa e nossa longevidade”.

Às 15h32 de 16 de junho, um novo email do CEO parecia aliviar a difícil situação dos desenvolvedores na empresa.

“Recebemos na conta dos EUA uma remuneração por serviços prestados, que nos permitirá quitar parte das dívidas com a equipe da DX. Priorizaremos os pagamentos da equipe de porting. Acreditamos que seja crucial para que essa equipe continue mantendo toda a sua habilidade de execução, algo que é extremamente benéfico no momento. Além disso, o valor recebido nos permitirá pagar todos os funcionários até o cargo júnior. Compreendemos o quanto isso é vital para a sustentabilidade de suas vidas e carreiras O pagamento está previsto para segunda-feira”.

Ele prossegue: “Recentemente, tivemos a confirmação de uma nova rodada de investimento, que de acordo com as previsões atuais, quando chegar nos dará estabilidade para os próximos meses”.

O quarto email é uma mensagem de 8 de novembro de 2023 informando congelamento de salários. Diz o texto: “Nossa única perspectiva de receita são as vendas do Ruff Ghanor. Nossos esforços financeiros estão focados nisso. Só assim conseguiremos honrar todos os pagamentos pendentes”.

O game só foi lançado em 22 de fevereiro de 2024.
No final do trailer aparece o nome da Magalu Games.

Pode meter o chapéu nessa porra mas vãi todo mundo envolvido na produção deste jogo tomar no centro do olho do cu. Passados mais de 20 anos e as pessoas insistem em ficar chupando a pica do corporativismo bostileiro pra poder ter financiamento e o mesmo corporativismo injeta a porra do dinheiro que se fosse usado pra abrir uma filial em Piraporinha do Santo do Pau Oco no meio do sertão nordestino seria um investimento melhor do que queimar dinheiro com um cashgrab de influencer e depois terem que correr atrás do prejuízo.

Indie dev BR vive atrás de gibs pra poder fazer alguma coisa. Não tem coragem, nem vergonha na cara de investir o próprio dinheiro mesmo que tivesse condiçao pra isso. Eles estao pouco se fodendo pro Mercado de Jogos Brasileiro™ e só querem faturar com jogo meia-boca e fazer seu pé de meia e é isso mesmo.

Capoeira Legends e Incidente em Varginha são exemplos de jogos que floparam em vendas por qualidade técnica e falta de um marketing convincente. Porém, os devs do jogo se arriscaram por conta própria e arcaram com os custos porque queriam entrar na indústria.

Entrou a década de 2010 e você tem um palhaço fazendo jogo meme (Dennis Ferreira), um bando de picareta farmando dinheiro de doação e não entregando resultado (Beta Games Group), um outro picareta que passou a perna na firma e deu linha na pipa (Onanim) e agora entra a década de 2020 e tem e-celeb querendo empurrar shovelware pros seguidores imbecis.

Foda-se o Mercado de Jogos Brasileiro™. Como tudo neste país de merda, isso é algo que nunca vai sair do limbo enquanto tem idiota alimentado esperança e dando dinheiro pra chupim.

Fazer o Bostil adentrar o mundo dos cachorros grandes como Rockstar, Capcom e Nintendo é um sonho que morreu há mais de 30 anos e ainda ficam desenterrando esse cadáver pra iludir trouxa.

EDIT: Gramática.
 
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Já escrevemos de forma extensiva sobre os múltiplos fatores que levaram o fracasso da indústria nacional páginas atrás, mas temos um ponto massivo que não mencionamos, e isso aplica mais dos anos 2010 em diante, e isso é a própria mídia local:
A mídia local que prefere dar holofotes a projetos de qualidade duvidosa e levou a infâmia de jogos como 171 e Trajes Fatais.
A mídia local que prefere esfregar para debaixo do tapete erros do passado e encoraja a serem repetidos.
A mídia local que prefere ignorar produtos locais que fazem tremendo sucesso lá fora para focar no circlejerk do fracasso.

Compare o quanto Feperd de Spark the Eletric Jester ganhou de atenção da mídia local em relação ao Onanim de Trajes Fatais.
Compare o quanto rdein de Momodora ganhou de atenção da mídia local em relação a Dumativa de A Lenda do Herói.
Compare o quanto SgtMark IV de Brutal Doom/Fate ganhou de atençao da mídia local em relaçao ao Beta Games de 171.

Spark the Eletric Jester não tem cangaceiro para ficar esfregando na cara de meio mundo o quão Brasileiro é o produto.
Momodora não tem cantoria de celebridade com trocadilho que faz sentido em uma única língua.
Brutal Doom apesar de ter influenciado massivamente um gênero em sua renascença, não é a influência que a mídia local se interessa, e sim a do 171 com "A Cidade de Deus dos games" .

No momento temos 2 pokemons Brasileiros sendo produzidos, Bagdex e Kaardik, ambos com grande cobertura da mídia local, ambos não são pioneiros nesse ramo, quem se deve esse título é o falecido Pokemon Uranium.

Lançado e derrubado na mesma época de AM2R, aliás AM2R feito pelo Argentino DoctorM64 que deu várias entrevistas para inúmeras mídias mesmo depois da "ilegalidade" de seu produto, agora me diga o quanto a mídia local se interessou pelo Pokemon Uranium de JV, pois é.

Mas o que Bagdex e Kaardik tem que Pokemon Uranium não tinha?
Chupação de e-celeb e protagonista estereotipado.

Não sei se JV queria os mesmos holofotes que DoctorM64 ou os criadores de Bagdex e Kaardik, eu mesmo nem gosto de Pokemon, mas é algo para se pensar.

No final Feperd, JV, SgtMarkIV, rdein e muitos estúdios menores que conseguem publishers no exterior e quase não tem holofote da mídia local não ajudam na narrativa principal:
Produto nacional precisa enaltecer a cultura nacional.
Produto nacional precisa da participação de celebridade local.
Produto nacional precisa mostrar a necessidade de financiamento estatal.

Apesar da grande negatividade que demonstro nessa thread que eu fiz, eu realmento torço pelo sucesso de alguns jogos nacionais, entre eles o Mullet Madjack e o Pipistrello (o segundo principalmente pela ganância do estúdio de Shovel Knight, mas não é relevante a essa thread).

Mas no espírito dessa thread, eu também quero assistir de camarote a implosão da Dumativa e a cara de pau de mostrarem um" Zeebo 2.0" com um possível remaster de Incidente em Varginha como grande lançamento, há pelo menos algo que me entretenha nesse eterno dia da marmota que vivemos.
 
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Já escrevemos de forma extensiva sobre os múltiplos fatores que levaram o fracasso da indústria nacional páginas atrás, mas temos um ponto massivo que não mencionamos, e isso aplica mais dos anos 2010 em diante, e isso é a própria mídia local:
A mídia local que prefere dar holofotes a projetos de qualidade duvidosa e levou a infâmia de jogos como 171 e Trajes Fatais.
A mídia local que prefere esfregar para debaixo do tapete erros do passado e encoraja a serem repetidos.
A mídia local que prefere ignorar produtos locais que fazem tremendo sucesso lá fora para focar no circlejerk do fracasso.
No final Feperd, JV, SgtMarkIV, rdein e muitos estúdios menores que conseguem publishers no exterior e quase não tem holofote da mídia local não ajudam na narrativa principal:
Produto nacional precisa enaltecer a cultura nacional.
Produto nacional precisa da participação de celebridade local.
Produto nacional precisa mostrar a necessidade de financiamento estatal.
Eu já tinha abordado esse assunto em um comentário prévio meu: A identidade cultural forçada através de circojeca memável com prazo de validade. E o pior é que nem pra fazer um jogo com identidade cultural decente esse pessoal pensa em fazer.

Um exemplo do que eu falo: Um jogo com uma mistura de mecânicas do Assassin's Creed e RDR que se passa no sertao nordestino na época do cangaço ou no interior de SP na época dos tropeiros ou até mesmo em épocas contemporâneas tais como Ditadura Militar, Era Vargas ou o período atual. Porém, com personagens que tenham histórias próprias e carisma ao invés de serem avatares genéricos com roupas genericamente brasileiras em um ambiente genericamente brasileiro e é justamente nesta parte que os devs brasileiros ou tem preguiça de trabalhar em cima ou não tem competência para tal. Inclusive, se for revisar a história do Mercado de Juegos Brasileño™, nem os melhores jogos parecem atender este requisito.

RDR tem sua fanbase não por ser apenas um jogo americano shoot 'em up genérico que se passa no Velho Oeste. Ele tem história, personagens, desenvolvimento dos mesmos, missões que fazem sentido e que sao estruturadas e gameplay dinâmica e funcional.

Yakuza tem sua fanbase não por ser apenas um jogo japonês beat 'em up genérico que se passa no Japão moderno. Ele tem história, personagem, carisma e gameplay dinâmica e funcional.

E nao que isso seja um bom parâmetro ou prioridade na hora de desenvolver um jogo mas os shitposts com os memes feitos sobre o Yakuza são bem mais toleráveis, menos cancerígenos e melhor lembrados do que um Zueirama da vida cujo o foco é ser um shitpost defasado onde você só clica pra direita pra ganhar a porra do jogo.

Agora, falando sobre o problema da "mídia local": Se por "mídia local" você se refere a YouTubers como Davy Jones, Nobreza, Gigaton, Assopra Fitas e outros que pagam vale de gamer raiz, poderia até ser o caso antigamente, mas, atualmente, há meios de comunicação melhores que esses aí ou simplesmente basta que os devs saibam fazer marketing do jogo.

Hoje em dia um dev indie pode ir em um dos trocentos podcast plim plim que tem por aí promover o próprio jogo.

Fora isso, é só a consequência natural de uma indústria que favorece quem é da patota ou quem faz mais barulho. Sem contar que, como já mencionei antes, tem muito game aí que tá me cheirando a empresa lavando dinheiro. Até porque Itaú e Magazine Luíza não tem histórico sequer de patrocínio de eventos tais como BGS e só agora tão injetando dinheiro em projeto que fica só na promessa. Principalmente quando o negócio envolve até o BNDES.

Dá só uma olhada neste infográfico aqui e me diga se o Brasilianischer Spielemarkt™ parece um mercado que está faturando com jogos digitais ou se é dinheiro sendo realocado.

O governo de repente dar moral pra uma área que nunca teve interesse só significa uma coisa: Tem gente orquestrando esquema e tem gente recebendo remessa nessa história.

Sem contar que se depender da "mídia local" ou do 巴西游戏市场™ os estúdios perecem no esquecimento e existem mais oportunidades nos mercados estrangeiros.

Mas o que Bagdex e Kaardik tem que Pokemon Uranium não tinha?
Chupação de e-celeb e protagonista estereotipado.
Pra ser sincero, o pessoal que desenvolveu Pokémon Uranium cutucou o ninho de vespa que é a Nintendo usando produto com direito autoral. Bagdex e Kaardik conseguiram contornar isso.

Sem contar que é mod. Se disso saísse um Pokémon-like com personagens e história própria (que nem o Spark que é um Sonic-like) aí eu levaria em consideração.

Produto nacional precisa enaltecer a cultura nacional.
Produto nacional precisa da participação de celebridade local.
Produto nacional precisa mostrar a necessidade de financiamento estatal.
Tal qual as músicas da época dos militares exaltavam as riquezas exploráveis naturais pra alienar a macacada, a mídia exuma o espírito ufanista desta latrina do caralho pra incentivar essa nossa indústria fajuta que até então só se mostrou mais uma mamata na teta do governo.

Se caso o povao questionar é só fazer gaslighting e dizer que o Бразильский рынок игр™ não desenvolve por causa do "vira-latismo" do brasileiro.

Apesar da grande negatividade que demonstro nessa thread que eu fiz, eu realmento torço pelo sucesso de alguns jogos nacionais, entre eles o Mullet Madjack e o Pipistrello (o segundo principalmente pela ganância do estúdio de Shovel Knight, mas não é relevante a essa thread).

Mas no espírito dessa thread, eu também quero assistir de camarote a implosão da Dumativa e a cara de pau de mostrarem um" Zeebo 2.0" com um possível remaster de Incidente em Varginha como grande lançamento, há pelo menos algo que me entretenha nesse eterno dia da marmota que vivemos.
Que todos os jogos nacionais decentes encontrem seu abrigo no mercado estrangeiro pois lá eles tem mais reconhecimento do que aqui.

O cuzileiro merece 171, Trajes Fatais, Enigma do Medo, Bagdex, Ruff Ghanor e outras merdas que só desgastam esse mercado falido que nós temos. E que os estúdios peguem todo dinheiro que captaram e gastem tudo com puta e drogas enquanto o pardileiro anseia por um mercado BR desenvolvido do mesmo jeito que o eleitor médio anseia por um país melhor votando em caudilho e demagogo.

Mesma coisa com metal BR: Você tem bandas que trazem algo de interessante e você tem banda que toca o mesmo feijão com arroz numa indústria que caga e anda pra cena nacional. Sepultura se tivesse ficado em BH tocando pra mesma gravadora esperando reconhecimento nacional ia ser só mais uma banda no catálogo de um hipster tr00zão que só ele conhece.

Somos bostileiros e não vencemos nunca.
 
Só um adendo pro comentário anterior:

Já que eu mencionei Coliformes Fecais segue abaixo uma amostra de esculacho que o Onofre leva em todos os vídeos que ele posta:



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Imagine pegar fama de caloteiro por causa de um projeto custeado por terceiros que você empurrou com a barriga por mais de uma década e não lançou e passar o resto de seus dias sendo cobrado por isso todo dia enquanto você finge que nada aconteceu.

EDIT: Gramática. Tô ficando analfabeto.
 
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Eu odeio esse circlejerk cultural brasileiro. Outros países precisam de estrangeiros ignorantes para criarem retratos esteriótipados,vazios e ofensivos de suas culturas, brasileiro fazem isso consigo mesmo e depois reclamam porque não são respeitados. Fora que esse circlejerk muitas das vezes promove os piores aspectos do país.
 

A possível campanha​

No dia 26/03/2024, foi postado no Instagram do Zeenix que algo aconteceria nas redes sociais criadas no dia 27/03/2024, às 17:00. E, então, na presente data, foi lançado um vídeo.

E ainda no Instagram foi postado este código binário:

01010110 01100001 01101101 01101111 01110011 00100000 01100011 01101111 01101101 01100101 11100111 01100001 01110010 00100000 01110101 01101101 01100001 00100000 01100011 01100001 11100111 01100001 00100000 01100001 01101111 00100000 01110100 01100101 01110011 01101111 01110101 01110010 01101111 00100000 00111111, que se traduz com: Vamos começar uma caça ao tesouro?

Aqui vai o meu primeiro palavrão: caralho. Vão fazer um Arg em 2024 de um possível produto chinês com a marca Tectoy? Quantos anos de idade tem esse povo? Sério mesmo?

No vídeo, eles falam sobre empresas que, quando querem, fazem… eu não sei, porque não concluíram a fala no vídeo! Mas queremos liberdade em nossos jogos. Ohhhhhhhh!!!!

A única forma de ter liberdade em seus jogos é se as vendas dos mesmos forem DRM-Free. Desta forma, se a Tectoy lançar esse console em sua loja virtual, caso tenha uma, não poderá vincular o jogo a quem compra e permitir que os jogos sejam distribuídos ou podem usar o GOG, que é a loja virtual que tem jogos DRM-Free.

Ou a liberdade de jogo é jogar onde bem entender. Er, o Gamepass já existe, o Switch já existe, o SteamDeck já existe, o que há de novo aí? Que proposta diferenciada eles têm em mente?

E, para finalizar, uma das coisas que me fez ficar ainda mais irritado com a empresa, foi colocarem um maldito QR Code em um frame do vídeo. Você lê o dito cujo e é mandado para o vídeo de uma música meme do Rick Astley.

QR Code é o meu…​

A minha cara de c% neste momento, e meu pensamento foi: ‘PQP, sério isso Tectoy? Tanta coisa para mostrar, e me fazem uma coisa dessas?’ Sinceramente, se é para brincar com algo sério, que é o lançamento de um produto, que façam uma piada melhor, senão o Anonymous vai é processar vocês pelo mau uso do trejeito deles.

Ah, e para piorar, em vez de pegarem um controle bem estranho, usam o do PS4 para dizer que estão segurando algo do Zeenix. Sinceramente, esse QR Code foi um belo insulto para o consumidor como um todo.

Seria melhor chegar na BGS e mostrar o produto do que fazer uma campanha de marketing xexelenta.

23 anos depois da morte da SEGA e a Tectoy continua perdida, manipulando os fãs dela para ver se consegue empurrar qualquer coisa que trazem já montada lá na China. E ainda tem gente que dá confiança a uma empresa como essa!

Estão pior quem dá confiança a Nintendo ou os sonhadores dos seguistas em si. Enfim, a hipotermia. Poderia continuar aqui falando mal sobre isso tudo, mas prefiro parar por aqui.

Contratar Tiktoker como chefe de marketing já está rendendo frutos.
 
Titio Sweeney manda os criadores de Horizon Chase para a Fortnitelandia:
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Lembrando que quando compraram a Psyonix e a Mediatonic não houve esse rebranding todo.
A empresa que começou com jogos licenciados de IPs do Cartoon Network, atingiu seu auge com o Top Gear tupiniquim, terá seu fim administrando grandes colaborações como esta:
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A indústria nacional nunca foi tão capada como agora.
Titio Sweeney usando estúdio Brasileiro para pisar nos calos da Apple:
 
Só um adendo pro comentário anterior:

Já que eu mencionei Coliformes Fecais segue abaixo uma amostra de esculacho que o Onofre leva em todos os vídeos que ele posta:



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Imagine pegar fama de caloteiro por causa de um projeto custeado por terceiros que você empurrou com a barriga por mais de uma década e não lançou e passar o resto de seus dias sendo cobrado por isso todo dia enquanto você finge que nada aconteceu.

EDIT: Gramática. Tô ficando analfabeto.
Eu, de maneira completamente imbecil, linkei outro vídeo sendo que era esse aqui que eu queria linkar.
 
Kabum para as mulheres gamers, 4 minutos de discurso para mostrarem o tonhão:
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É como o @Celestial Peace falou, lavagem de dinheiro no talo.

Edit: Mulheres que não se sentiram representadas pela Mileena do MK9, hora de afiar os dentes que é das dentuças que eles gostam:
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Mal posso esperar pelo Mensalão Gamer iniciando mais um ciclo de escândalo de corrupção e a indústria dos games ficar marcada igual a área de engenharia civil.

Que todos os formados em "Desenvolvimento de Jogos" virem Uber. Espero que uma boa parte desses idiotas tenha feito financiamento pelo FIES.
 
Gameplay gringo do nosso "Eastern Mind: The Lost Souls of Tong Nou" tupiniquim que ainda não postei aqui:
Bem impressionante para um jogo de 99.
Vi a gameplay deste jogo através do canal do Gemaplys.

Logo depois de Indicente em Varginha, esse jogo aí demonstra o ápice da capacidade tecnológica brasileira em fazer um jogo.
Bem impressionante para um jogo de 99.
Nem tanto. 1999 era o ano em que estavam sendo lançados títulos como Unreal Tournament, Tony Hawk's Pro Skater, Shenmue, Medal of Honor e franquias como Tomb Raider, Crash Bandicoot e Resident Evil eram franquias recentes que estavam lançando seu terceiro ou quarto título.

Surrealidade é um point and click. O máximo que dá pra julgar é a qualidade das imagens e a dublagem mas a jogabilidade é datada.

Pelo menos os gráficos condizem com a época. Diferente do Incidente em Varginha que é um jogo lançado em 1998 mas com a estética de 1992.
 
Outro jogo dos editais da Ancine com lançamento completamente silencioso, Verum levou R$499.574,39 e lançou em Fevereiro:

Jogo tem zero mençoes da empresa nas mídias sociais, já que foram abandonadas durante a pandemia, o conceito final do jogo parece que se alterou bastante, assim como Areia: Pathway to Dawn tropeçaram em sua própria ambição, a ideia original era uma São Paulo distópica mas acabou virando outra crítica genérica as Big Techs.
Verum.png
Apresentando VERUM - uma experiência interativa que desafiará a maneira como você vê o mundo. Este jogo vai além do mero entretenimento e convida os jogadores a explorar questões éticas importantes relacionadas a gigantes corporações de tecnologia e ao uso de dados pessoais por empresas e governos.

Através da jogabilidade de VERUM, você embarcará em uma jornada para entender a história por trás do jogo. À medida que você progride, encontrará várias histórias paralelas que cobrem diferentes aspectos da trama principal e apresentam diferentes perspectivas. Ao ver a mesma trama através dessas diferentes lentes, você ganhará um entendimento mais diversificado dos tópicos apresentados.

Cada história paralela consiste em uma série de cenas seguidas por finais únicos, fornecendo informações valiosas para os jogadores entenderem a trama principal. A melhor parte? O jogador pode visualizar esses finais em qualquer ordem, sem respeitar sua linha do tempo cronológica.

À medida que o jogador atravessa cenas únicas relacionadas às histórias paralelas, ele desbloqueará um dos vários finais de VERUM. O jogo sempre começa (recomeça) na mesma cena inicial, e o jogador pode saltar entre histórias paralelas para alcançar diferentes finais.

A jogabilidade de VERUM é simples, mas imersiva. Os jogadores devem encontrar um portal para se mover de uma cena para outra, e a interação com esses portais é tão simples quanto um clique ou clique e segure. A narrativa de cada cena dá uma pista sobre o que aquela cena específica representa e indica o que pode ser um portal lá.

Com seus gráficos belos e cativantes, VERUM é uma experiência como nenhuma outra. Ele desafia os jogadores a questionar suas próprias crenças e a olhar para o mesmo tópico de diferentes perspectivas. Não há respostas certas ou erradas, apenas percepções valiosas que farão você pensar muito tempo depois que o jogo terminar.

Você está pronto para desafiar suas crenças e explorar o mundo de VERUM? Prepare-se para mergulhar nesta experiência provocativa e desbloquear múltiplos finais para descobrir a história completa.
 
Nem tanto. 1999 era o ano em que estavam sendo lançados títulos como Unreal Tournament, Tony Hawk's Pro Skater, Shenmue, Medal of Honor e franquias como Tomb Raider, Crash Bandicoot e Resident Evil eram franquias recentes que estavam lançando seu terceiro ou quarto título.
Meio injusto comparar produções AAA com milhões de dólares em orçamento a uma viagem de chá de fita feita na garagem de um BR qualquer.
 
Meio injusto comparar produções AAA com milhões de dólares em orçamento a uma viagem de chá de fita feita na garagem de um BR qualquer.
Essa desculpa de que não é justo comparar com isso ou aquilo sempre me pareceu derrotista.

A questão é menos "ser produção Triplo A" e mais "não conseguimos nos manter atualizados e fazer um jogo que presta".

EDIT:
https://store.steampowered.com/app/2303820/VERUM/
Jogo tem zero mençoes da empresa nas mídias sociais, já que foram abandonadas durante a pandemia, o conceito final do jogo parece que se alterou bastante, assim como Areia: Pathway to Dawn tropeçaram em sua própria ambição, a ideia original era uma São Paulo distópica mas acabou virando outra crítica genérica as Big Techs.

E disso aí pode virar um sandbox básico e mal desenvolvido igual 171 ou pega e faz um point and click kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Brasileiro não consegue elaborar a porra de uma ideia pra roteiro e faz mais do mesmo.

Um resumo apropriado do lero-lero seria esse aqui:

Apresentando VERUM - uma experiência interativa que desafiará a maneira como você vê o mundo. Este jogo vai além do mero entretenimento e convida os jogadores a explorar questões éticas importantes relacionadas a gigantes corporações de tecnologia e ao uso de dados pessoais por empresas e governos.

Através da jogabilidade de VERUM, você embarcará em uma jornada para entender a história por trás do jogo. À medida que você progride, encontrará várias histórias paralelas que cobrem diferentes aspectos da trama principal e apresentam diferentes perspectivas. Ao ver a mesma trama através dessas diferentes lentes, você ganhará um entendimento mais diversificado dos tópicos apresentados.

Cada história paralela consiste em uma série de cenas seguidas por finais únicos, fornecendo informações valiosas para os jogadores entenderem a trama principal. A melhor parte? O jogador pode visualizar esses finais em qualquer ordem, sem respeitar sua linha do tempo cronológica.

À medida que o jogador atravessa cenas únicas relacionadas às histórias paralelas, ele desbloqueará um dos vários finais de VERUM. O jogo sempre começa (recomeça) na mesma cena inicial, e o jogador pode saltar entre histórias paralelas para alcançar diferentes finais.

A jogabilidade de VERUM é simples, mas imersiva. Os jogadores devem encontrar um portal para se mover de uma cena para outra, e a interação com esses portais é tão simples quanto um clique ou clique e segure. A narrativa de cada cena dá uma pista sobre o que aquela cena específica representa e indica o que pode ser um portal lá.

Com seus gráficos belos e cativantes, VERUM é uma experiência como nenhuma outra. Ele desafia os jogadores a questionar suas próprias crenças e a olhar para o mesmo tópico de diferentes perspectivas. Não há respostas certas ou erradas, apenas percepções valiosas que farão você pensar muito tempo depois que o jogo terminar.

Você está pronto para desafiar suas crenças e explorar o mundo de VERUM? Prepare-se para mergulhar nesta experiência provocativa e desbloquear múltiplos finais para descobrir a história completa.
Queremos uma teta pra mamar.

A propósito, @Sparky Lurker: Não era pra sair o Capoeira Legends 2 esse ano? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
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A propósito, @Sparky Lurker: Não era pra sair o Capoeira Legends 2 esse ano? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não perca as esperanças, ainda vai sair antes de Beyond Good and Evil 2.
Na verdade não sei o que é pior:
Kriophobia com 1M, jogo de terror com gráficos de Wii/PS2, 10 anos de desenvolvimento e ainda sem data de lançamento.
Araní com 1M, God of War de índio, 5 anos desaparecido, diz que está sendo disputado por "grandes publishers internacionais".
Tower of Samsara com 200K, clone meia-boca de Prince of Persia, 8 anos de desenvolvimento, já participou até de um crossover bosta com Guacamelee, Blasphemous, Dead Cells e outras Ips Indies, criador mendigando dinheiro até hoje.
 
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