PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

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Um dos problemas do "mercado" (se é que pode se chamar assim) nacional de jogos é o mesmo do "mercado" (mais uma vez, uma piada de mal-gosto) nacional de quadrinhos (algo que também seria bom de ter uma thread).

Temos a saturação de jogos com temática de favela, índio, meme e circojeca de influencer, assim como os quadrinhos estão saturados com cópias baratas dos gibis do Maurício de Sousa e do Ziraldo de um lado, super-heróis que ainda estão presos na era de prata, com seus autores apegados à devaneios e teorias conspiratórias à la Laerte Codonho sobre como as gigantes da indústria, como Marvel, DC, IDW e outras gigantes do ramo, estejam impedindo o acesso do público ao emaranhado de desenhos ruins, roteiros ufanistas e até mesmo plágio por conta de complôs e outros subterfúgios.

Isso e nem cheguei a cogitar o quase-inexistente mercado de mangás nacionais, que foi uma mera brisa de primavera.
 
Although the Brazilian video game ecosystem is large and structured, there are still challenges, like funding and interinstitutional coordination, that need attention in order to fully take advantage of the industry’s momentum.
Não vou culpar um gringo por não ter ideia do quão incompetente nossos queridos desenvolvedores são em administrar recursos captados atavés de edital ou doação. Ele deve ter visto o quanto que brasileiro gosta de video-game e quanto que dá pra captalizar em cima disso. O problema é que nem o governo consegue captalizar (legalmente) porque ou é muito inepta ou descobriu uma forma de faturar uma grana preta através de desvio de dinheiro público através de edital.

Só falta algum influencer envolvido com produção de jogos, tais como o Pedro Caxa, ser eleito parlamentar que aí que a merda tá feita porque o que não falta neste país do caralho é malandro se metendo em política levantando bandeira pra enriquecer ilegalmente através de esquema enquanto a tal "indústria" de jogos nacionais mais uma vez se encontra no mesmo lugar.

Aí, o resto do enredo todo mundo já conhece: Contas na Suíça, dinheiro sumido, investigação, prisão preventiva, acha uma parte do dinheiro que não conseguiu se livrar, delação premiada pra tirar o seu da reta e segue o jogo.

Agora, eu culpo o gringo que escreveu isso aí por ter se esquecido que a Nintendo não tankou o Bostil apesar de ter voltado a operar aqui. Que porra de empresa estrangeira vai investir num país com tanta politicagem tributária?
The video game market in Brazil has seen a tenfold increase in the number of game development companies over the last decade.
Lógico, o tanto que shovelware, jogo meme e game mobile que tem na Steam ilustra muito bem isso. Como se tivesse alguma Rockstar ou Capcom no meio dessas bostas.
Some of the biggest players in the Brazilian video game market are Wildlife, one of the 10 largest mobile gaming companies in the world
Prova o meu ponto acima.
Brazil has been recognized for its artistic, engineering, and co-development capabilities.
Reconhecido por quem, exatamente? E qual jogo deu origem à tamanho reconhecimento?
Cursinho de games para inflar os números e muito circlejerk cultural.
Primeiro passo, cursinho de games :
Feito por quem, não se sabe, baseado em que, também não se sabe
A Saga seria a sugestão perfeita para encabeçar tal iniciativa.
ainda terão direito a auxílios de mentores experientes no ramo, que mentores são esses também não se sabe, devem ser o Pedro Caxa e o veterano da Southlogic que trabalhou em Moira.
Se tivemos economistas formados como Presidentes da República que colocaram este país em crise econômica porque não ter dois fiascos da cena de game dev nacional como mentores principais?
Não é a toa que o Feperd fechou contrato com um estúdio Britânico para fazer port do Spark 3 pro Switch, nenhum desenvolvedor que quer ser levado a sério que ver seu jogo ao lado de merdas como Punhos de Repúdio e Sonho Trapstar.
"Seu vira-lata! Pare de ficar puxando saco de gringo!" é o que algum babaca diria.
assim como os quadrinhos estão saturados com cópias baratas dos gibis do Maurício de Sousa e do Ziraldo de um lado, super-heróis que ainda estão presos na era de prata
E sem nenhum carisma, diga-se de passagem. É interessante porque as histórias e os personagens do Maurício de Sousa tem o carisma de um papelão pois, muito provavelmente, foram resultado do regulamento e censura da Ditadura Militar e o próprio Maurício parece ser alguém que tá longe de estar atualizado sobre as novas tendências.

E, mesmo assim, conseguiram fazer gibis piores. E pode-se dizer que estes gibis nunca foram esquecidos pelo público pois pra esquecer tem que pegar fama primeiro.

E mesmo que apareça alguém que tenha criatividade em bolar uma HQ essa indústria já está zumbificada. Não que antes houvesse oportunidade porque Governo Militar e tals...
com seus autores apegados à devaneios e teorias conspiratórias à la Laerte Codonho sobre como as gigantes da indústria, como Marvel, DC, IDW e outras gigantes do ramo, estejam impedindo o acesso do público ao emaranhado de desenhos ruins, roteiros ufanistas e até mesmo plágio por conta de complôs e outros subterfúgios.
A mesma teoria infundada deve permear a indústria de jogos e qualquer outro aspecto da sociedade brasileira. Convenhamos, o bostileiro prefere 1000 vezes acreditar que está sendo sabotado por forças estrangeiras que tem interesse nas nossas terras do que admitir que vive num país de merda sabotado pelo seu próprio povo e por seus governantes.

Se nióbio fosse tudo aquilo que falam, o país já tinha deixado de exportar soja faz tempo. Aí, a gente ia exportar nióbio HUEHUEHUEHUEHUEHUE
Isso e nem cheguei a cogitar o quase-inexistente mercado de mangás nacionais, que foi uma mera brisa de primavera.
Infelizmente, temos apenas o finado Lord Seth, Yuu Kamiya e Érica Awano como pioneiros na cena nacional.
Ninguém se lembra e ninguém se importa.
 
The Enemy Direct:
Ota Imon chupando saco de e-celeb para nao falir:
Estúdio de Pocket Bravery anunciando mais um jogo em colaboração com a Wired Dream (Red Ronin/Undergrave/Frogue):
Nier da retroescavadeira:
Anno: Mutationem BR edition:
 
Estúdio de Pocket Bravery
Porra, eu sei que são dev indies e tal mas será que eles pretendem evoluir dessa modinha de fazer gráfico em pixel art?

Se a gente for analisar o Google Trends dá pra ver que é algo em que há interesse bem instável e que só tem ficado popular durante a pandemia. Ainda há interesse mas é algo que vai se sustentar ou vai eventualmente cair no limbo?

E porque dessa viadagem de pixel art? Por acaso fica mais barato fazer o jogo com esse tipo de gráfico?

Não daria pra fazer igual Turi-Kaapora? Tudo bem que o gráfico é tão ultrapassado que me lembra aquele jogo do Ben 10 pra PS2. Mas, seria um pouco melhor que ficar insistindo em pixel art.
 
Porra, eu sei que são dev indies e tal mas será que eles pretendem evoluir dessa modinha de fazer gráfico em pixel art?

Se a gente for analisar o Google Trends dá pra ver que é algo em que há interesse bem instável e que só tem ficado popular durante a pandemia. Ainda há interesse mas é algo que vai se sustentar ou vai eventualmente cair no limbo?

E porque dessa viadagem de pixel art? Por acaso fica mais barato fazer o jogo com esse tipo de gráfico?

Não daria pra fazer igual Turi-Kaapora? Tudo bem que o gráfico é tão ultrapassado que me lembra aquele jogo do Ben 10 pra PS2. Mas, seria um pouco melhor que ficar insistindo em pixel art.
No caso do Arashi Gaiden quem tá fazendo o jogo é a Wired Dreams, Wired Dreams só sabe fazer jogo em um estilo e já é o quarto deles:
Arashi Gaiden provavelmente só consegue ser visualmente mais bonito com ajuda da Statera.

Sobre a queda do pixel art, concordo em partes, aqueles nível 8 bits/Atari já deu no saco, mas acho que souber explorar os 16 bits até que dá pra dar uma prolongada de vida se tiver uma boa animação, Sea of Stars é um jogo fraco que se vendeu em cima do visual estilo Chrono Trigger.

Caso não tenha talento suficiente, faça que nem a Devolver Digital, ordenhe IPs que deu certo anos atrás (Hotline Miami e Dead Cells), coloque um cospobre de personagem de anime, e pronto, um dos jogos indies mais falados do mês.
Tenjutsu.gif
 
Pedro Caxa teria criado um reality show de "mansão gamer" em meados de 2022 que durou um total de 3 episódios:
O Halo Tiktokiano foi abandonado no fim de 2022, ambos sites e Discord saíram do ar, Pedro Caxa vendeu o jogo para o estúdio do Slay the Spire do Jovem Nerd:
https://forbes.com.br/forbes-tech/2...recebeu-apoio-do-itau-e-acaba-de-ser-vendido/
Em Setembro de 2023, Pedro ganha outro artigo na Forbes dizendo que estaria se tornando perto de um milionário, teria ganhado um cargo na Tectoy:
Na Gamejam anunciou seu próprio curso de Game Design:
View attachment 5834151

A indústria nacional nunca exaltou tanto a incompetência como agora.

Surpreendendo zero pessoas, jogo de e-celeb acaba em polêmica:
https://archive.md/7wEMK

Confirmado pelo próprio:
Vendo o potencial do Zeenix, fazia sentido abrir uma publisher de games. Vimos essa lacuna no mercado, sobretudo depois que minha parceria com a DX Gameworks não deu certo. O game que eu estava fazendo, Camp Wars, está travado até hoje com eles. Não sei nem se aquela empresa ainda existe.


A maior lavanderia Brasileira com temática de videogames:
A DX Gameworks é a primeira editora de videogames do Brasil com foco em títulos para PC e console. Nasce em 2020 a partir do modelo de negócios dos fundadores da Garage 227 Studios, uma produtora de jogos independentes, e apoiados pela Microsoft, captaram uma rodada Seed através da Bertha Capital e Multilaser, de R$ 10 milhões.
Parte do crescimento se deu por meio da incorporação de 12 estúdios, juntamente com suas equipes e infraestruturas, em destaque Garage 227 Studios, dos fundadores Daniel Monastero e Lucas Farina; IMGNATION Studios, do diretor Orlando Fonseca; Bad Minions do também diretor, Leonardo Batelli; Flying Saci do diretor Sylker Teles e Den of Thiefs, dos diretores Vasil Kichev e Anne Wijning. Desta forma, a empresa trouxe da indústria lideranças e uma equipe de profissionais capacitados, seus projetos, clientes e propriedades intelectuais, fortalecendo assim, a estrutura corporativa da empresa.
Mídias sociais abandonadas desde Fevereiro:
https://www.instagram.com/dxgameworks/
https://x.com/dxgameworks
Durante sua existência a DX Gameworks lançou 2 ports (Akane e Eternal Hope), um remaster (Warstone TD Gold) e 3 jogos (That's My Family: Family Fun Night, Hamster on Rails e Ruff Ghanor).
Bem provável que jogos como Tameless, Toy Sports, Monowheels VR e o próprio Camp Wars nunca vejam a luz do dia, esta foi a primeira grande publisher de games do Brasil.
 
Last edited:
Caso não tenha talento suficiente, faça que nem a Devolver Digital, ordenhe IPs que deu certo anos atrás (Hotline Miami e Dead Cells), coloque um cospobre de personagem de anime, e pronto, um dos jogos indies mais falados do mês.
Os indies tupiniquins poderiam aprender com Crow Country sobre como fazer um jogo indie com gráfico retrô. Gráficos de PS1/N64/Sega Saturn tem muito mais potencial de exploração de nostalgia do que ficar fazendo jogo meia-boca com gráfico de NES/Master System.

Não só o aspecto do gráfico mas, quando decidem fazer um jogo mais complexo, parece que ambientação, imersão e temática consistente é predominantemente precária em jogos indies brasileiros.

Aquela bosta de Enigma da Disney, por exemplo, não vende muito bem a ideia de um jogo de sobrevivência e terror além de ter uma lore bem retardada digna de fanfic escrita por um adolescente do ginásio: Se as criaturas em questão são seres físicos então não são fantasmas, são monstros. Como que você vai abordar temática paranormal assim já que o jogo faz parte da tal "Ordem Paranormal"?

Sem contar a vibe do jogo com um todo: Estética, dublagem, ambientação, etc. Não deixa o jogador tenso, não transmite a sensação de estar alerta, não coloca nada a perder como você mesmo falou antes, é um jogo estéril onde os personagens secundários não passam de diversity hire.

Crow Country está longe de ter uma fórmula original. É basicamente a mistura de mecânicas de Resident Evil e Silent Hill com design de Roblox. Porém, estes elementos casam bem e conseguem entregar um jogo que cumpre os requisitos de ser um jogo de sobrevivência e terror.
A maior lavanderia Brasileira com temática de videogames:
A história se repetindo no Brasil mais uma vez. @Sparky Lurker, será que nossa indústria gamer consegue causar um rombo nos cofres públicos com tanto dinheiro mal investido? Porque esse é o único potencial que eu vejo nela.
Bem provável que jogos como Tameless, Toy Sports, Monowheels VR e o próprio Camp Wars nunca vejam a luz do dia, esta foi a primeira grande publisher de games do Brasil.
A primeira de muitas que servirão de fachada pra sejá lá o que tiver acontecendo nos bastidores. O próprio meio indie já se mostrou incompetente antes mesmo de ter envolvimento governamental por causa da velha cultura do hihi levei vantagem. Com o tão sonhado apoio governamental a malandragem que já havia no meio indie será institucionalizada e é só isso que vai mudar no tal Marché des Jeux Brésiliens™.
 
Ajudou a criar a maior franquia de games do mundo, saiu da indústria de games, veio para o Brasil, domou uma capivara e hoje está criando um tycoon de jiu jitsu que vai acabar com os estereótipos Brasileiros e falar de mudanças climáticas:
Chance Glasco.png
estereótipos.png
Climate change.png
Weather.png
favela fatigue.png
 
"Tenho um projeto para acabar com a visão estereotipada sobre o Brasil no exterior"
Faz uma das caricaturas mais xenofóbicas possíveis, cara, só não chegou no nível "Happy Merchant", porém esta entre ele e "Oye Primos" (Oygan motherfucker, do you speak spanish?)
O maior motivo do por que consumo ficção é por escapismo, por que vou querer ficar vendo favelas, pobreza e viados?
Cada dia que passa, mais as pessoas querem me convencer que a "Real Cultura Brasileira" nunca existiu, e que vivemos nos 2010s desde sempre.
 
Os indies tupiniquins poderiam aprender com Crow Country sobre como fazer um jogo indie com gráfico retrô. Gráficos de PS1/N64/Sega Saturn tem muito mais potencial de exploração de nostalgia do que ficar fazendo jogo meia-boca com gráfico de NES/Master System.

Não só o aspecto do gráfico mas, quando decidem fazer um jogo mais complexo, parece que ambientação, imersão e temática consistente é predominantemente precária em jogos indies brasileiros.

Aquela bosta de Enigma da Disney, por exemplo, não vende muito bem a ideia de um jogo de sobrevivência e terror além de ter uma lore bem retardada digna de fanfic escrita por um adolescente do ginásio: Se as criaturas em questão são seres físicos então não são fantasmas, são monstros. Como que você vai abordar temática paranormal assim já que o jogo faz parte da tal "Ordem Paranormal"?

Sem contar a vibe do jogo com um todo: Estética, dublagem, ambientação, etc. Não deixa o jogador tenso, não transmite a sensação de estar alerta, não coloca nada a perder como você mesmo falou antes, é um jogo estéril onde os personagens secundários não passam de diversity hire.

Crow Country está longe de ter uma fórmula original. É basicamente a mistura de mecânicas de Resident Evil e Silent Hill com design de Roblox. Porém, estes elementos casam bem e conseguem entregar um jogo que cumpre os requisitos de ser um jogo de sobrevivência e terror.
Pro pós-pixel art realmente existem 4 alternativas, o próprio low-poly que você citou é uma delas, é uma alternativa com várias variações que sem bem utilizado poder criar bons efeitos:
dread delusion.jpg
doubleshake.jpgfrogun.jpg
O 2,5D uma forma mais utilizada em jogos isométricos, onde os visuais são mais simples em áreas 3D estilizadas com pintura:
Ruined King.pngHades.jpg
shadowrun.jpg
Desenho, o que eu particularmente acho seria o próximo passo, mas exige um puta talento que tenho minhas dúvidas da existencia do mesmo em terra nacionais:
Streets of rage 4.jpgHollow Knight.jpg
cuphead.jpg
O mais controverso, o HD-2D, personagens pixel art em cenários 3D, o que Enigma do Medo tenta e falha miseravelmente:
octopath-traveler.jpgDragonQuest3.jpg
crystal project.jpg
cassete beasts.jpg
anno mutationem.jpg
Para este último exige realmente um monte de coisas a se considerar entre o conjunto da tenáticas e efeitos visuais, talvez a Square Enix realmente tenha acertado em cheio por já estar acostumada em fazer jogos com temática medieval, Anno Mutationem também funciona por causa da coloração neon fortemente presente no jogo, agora Crystal Project e Cassete Beasts nem tanto, no caso de Crystal Project nem há muito o que reclamar pois foi feito por uma única pessoa.
Chega a ser um tanto pretencioso e exige talento, mas a maioria das vezes vai acabar como falei, um Paper Mario que deu errado.
"Tenho um projeto para acabar com a visão estereotipada sobre o Brasil no exterior"
Faz uma das caricaturas mais xenofóbicas possíveis, cara, só não chegou no nível "Happy Merchant", porém esta entre ele e "Oye Primos" (Oygan motherfucker, do you speak spanish?)
O maior motivo do por que consumo ficção é por escapismo, por que vou querer ficar vendo favelas, pobreza e viados?
Cada dia que passa, mais as pessoas querem me convencer que a "Real Cultura Brasileira" nunca existiu, e que vivemos nos 2010s desde sempre.
Pior ver todo o trabalho referencial da arte do Jiu Jitsu em si jogado na lama só porque o criador quer apelar pros "favela venceu":
 
Last edited:
Ajudou a criar a maior franquia de games do mundo, saiu da indústria de games, veio para o Brasil, domou uma capivara e hoje está criando um tycoon de jiu jitsu que vai acabar com os estereótipos Brasileiros e falar de mudanças climáticas:
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Favela, música de carnaval, personagens negros, camisa do Flamengo e morros do RJ. Só não tem tiroteio porque é jogo de luta.
 
Mini documentário de MARS 2120 para Inglês ver:
A parte 2 fala da arte do jogo, esbanja o fato de ser um Metroidvania 2.5D quando o gênero aposta de forma demasiada no pixel art.
MARS 2120 foi anunciado em 2020, o Metroidvania 2.5D mais recente da época era Bloodstained de 2019, que sinceramente apesar do hype, visualmente não era grande coisa, provavelmente pelo fato de querer apostar na animação retro dos jogos anteriores do Iga:
MARS 2120 na época que foi anunciado, até que estava páreo aos seus semelhantes.
2021:
Metroid Dread:
GRIME:
F.I.S.T.:
3 Metroidvanias 2.5D, dois deles sendo jogos Indies com visuais mais bonitos que MARS 2120 e com uma temática mais única pro gênero.
Passaram se os anos e MARS 2120 não evoluiu quase em nada, apesar de estar em Early Access, os que os gringos disseram no trailer mais recente:
Reaction.png
Compararam com um jogo de 2009:
A pior parte, MARS 2120 provavelmente vai ser o jogo mais ambicioso da Qubyte em toda sua existência, 99Vidas foi um beat'em up tosco de e-celeb e Extinction Rifts vai se perder no mar de clones de Ultrakill e não irá vender 1/4 que Mullet Madjack vendeu.
Um Metroid no espaço, até as maiores ambições da indústria nacional são redundantes.
 
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