AfroMegan
kiwifarms.net
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- Feb 12, 2023
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Eu fico imaginando se algum desses estúdios tivessem colhões de fazer um jogo onde você é um soldado do Exército na época da Ditadura Militar e tem que trocar tiro com guerrilheiro, o quanto que a galera woke não iria espernear.View attachment 8786315
Aquela esquerdagem básica, que não pode faltar.
Anúncio do Hades-like do Max Palaro:
Cara, queria eu entender essse talento que os estúdios BR têm de pegar um conceito que, no papel, parece interessante e transformar na coisa mais tediosa e sem sal.De todos os jogos que eu vi nessa thread, os únicos jogos que deu pra curtir foram Horizon Chase, Heavy Metal Machines, Automobilista 2 e é claro, Aviãozinho do Tráfico (por mais meme que seja). Eu não consigo sequer bater o olho em outras coisas, eu acho que esse é o problema da indústria brasileira (fora os jogos com temática política que não dá pra evitar, pelo visto), não tem muita coisa que faz você bater o olho e dizer: "Que jogo foda, recomendo".
Pior que o Hell Clock é até interessante em múltiplos aspectos, mas aí me metem o combate mais automático e datado possível que só de ver um vídeo não dá nem vontade de tentar o jogo de preguiça:Cara, queria eu entender essse talento que os estúdios BR têm de pegar um conceito que, no papel, parece interessante e transformar na coisa mais tediosa e sem sal.
Lançamento do jogo de terror da Ditadura Militar onde vocêcontrola uma esquizofrênica fugindo da própria sombraenfrenta uma versão cagada dos AWE de Control:
Os dois jogos são cópias baratas e sem graça de franquias já estabelecidas há muito tempo e os desenvolvedores se apoiam exclusivamente no fator "É o nosso [franquia já estabelecida] brasileiro!" que, inclusive, já foi discutido nesta thread até a exaustão.Novo trailer de Neverway:
Lugh World lançou em Early Access completamente cru e já está entupido de microtransações:Mais 2 tentativas de pokemon BR que descobri recentemente: Lugh World e Kubberz
Os dois jogos são cópias baratas e sem graça de franquias já estabelecidas há muito tempo e os desenvolvedores se apoiam exclusivamente no fator "É o nosso [franquia já estabelecida] brasileiro!" que, inclusive, já foi discutido nesta thread até a exaustão.
Subversive Memories não usou dinheiro do governo, o autor mora no Japão e usou o tema dos "horrores da dentadura" pra encher linguiça, originalmente o jogo só ia ser outro jogo de terror em ambientação tupiniquim no mesmo estilo de Asleep.tava vendo desenvolvedores falarem que pro cara pegar alguma grana do governo tu tem que botar essa merda de ditamole, indie e etc. Até ai acho normal copiar outros jogos (os coreanos fazem isso toda hora).
Os dois jogos são cópias baratas e sem graça de franquias já estabelecidas há muito tempo e os desenvolvedores se apoiam exclusivamente no fator "É o nosso [franquia já estabelecida] brasileiro!" que, inclusive, já foi discutido nesta thread até a exaustão.
O que não foi abordado ainda é o fato de que os game devs tupiniquins são, em sua maioria, analfabetos culturais. Silent Hill, por exemplo, teve inspiração de obras como como The Mist, Pet Semetary, O Mágico de Oz e o Inferno de Dante.
Em vez de ler The Mist para entender como criar tensão com o invisível, o dev brasileiro olha diretamente para a névoa do Silent Hill e tenta replicar o código da névoa. Ele copia o sintoma, não a causa. Sem leitura, o roteiro vira um amontoado de clichês (o trauma do passado, o hospital abandonado, a névoa, etc.). Falta a filosofia que sustenta o terror. O Inferno de Dante em Silent Hill não está lá só por estética, ele dita a estrutura da punição do protagonista.
E detalhe que os devs de Silent Hill são japoneses e eles pegaram obras americanas e britânicas para inspiração, ao invés de apelarem para circlejerk cultural japonês.
E do mesmo jeito que fazem com Silent Hill, os devs brasileiros fazem com outras franquias. Por isso que a maioria dos jogos postados aqui não tem atrativo nenhum e são meramente cópias sem sal de franquias já estabelecidas. Fica difícil fazer algo criativo e que chame a atenção quando o repertório cultural se limita a mods piratas de GTA San Andreas e Bomba Patch, porque esses jogos Made in Brazil são, em sua essência, mods de jogos conhecidos.
Seria uma ideia interessante... Se fosse apresentada nos anos 2000.Nuntius anuncia mais um Sonic 3D br:
A produção do jogo foi viabilizada graças ao Prêmio Catarinense de Cinema de 2019, que concedeu 300 mil reais à categoria de produção de jogos. Com o financiamento, a equipe conseguiu montar um time diversificado, que incluiu a contratação de profissionais indígenas para trabalhar em áreas como concept art, roteiro, música e consultoria, garantindo a autenticidade cultural no projeto.
Wishful thinking e terapia, meus estilos de jogos favoritos.YVY jogo roguelite do índio kappa que bate em colono que levou 300k do governo Catarinense:
Sonic, A Hat in Time, e Crash Bandicoot, tudo junto no liquidificador, menos a identidade única que cada um desses jogos tem.Seria uma ideia interessante... Se fosse apresentada nos anos 2000.
Teria sido até melhor do que as porcarias que foram feitas nesta época.
É frustrante porque quando você tem um dev que consegue fazer um jogo funcional, é algo muito batido. Parece que o pessoal tem medo de sair da zona de conforto.Sonic, A Hat in Time, e Crash Bandicoot, tudo junto no liquidificador, menos a identidade única que cada um desses jogos tem.
Não tá ruim, mas as referências ficaram tão óbvias que a sensação de "já vi isso antes" bate na cara logo nos cinco primeiros segundos. Fora que o ritmo e o design das fases é um Sonic Robo Blast 2, mas sem a engine do Zandronum.