PT Videogames Brasileiros - A história da fama, dos delírios e dos memes da indústria nacional

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Acho que a parte mas interessante é essa aqui:
The game also includes exclusive making-of material, as well as development insights regarding its canceled sequel, “Incidente em Varginha 2 – Shadows of Truth.”

Provavelmente um baita delírio coletivo, senão já teriam vazado pelo menos uma demo desse jogo que até agora só tem uma única imagem rolando na internet:
Incidentemvarfinha2.webp
Estava até que bem avançado se comparar diretamente ao primeiro jogo e ver que era de uma exposição de 1999.
 
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Agora que o Brasileiro tem acesso a mesma tecnologia que o resto da indústria de games, ele irá expor as suas ideias mais medíocres em alto estilo.
O que só confirma aquilo que já foi dito nesta thread: o brasileiro, por toda sua cultura rica que ele alega ter, não consegue pensar em porra nenhuma que não seja fazer uma história cujos personagens são apenas estereótipos brasileiros escrachados ou algum avatar ideológico.
 
O que só confirma aquilo que já foi dito nesta thread: o brasileiro, por toda sua cultura rica que ele alega ter, não consegue pensar em porra nenhuma que não seja fazer uma história cujos personagens são apenas estereótipos brasileiros escrachados ou algum avatar ideológico.
Eu acho interessante que o Max Payne 3, um jogo que se passa no Brasil e é feito por gringos, é uma das representações mais realistas do país no mundo dos jogos.
Enquanto isso, jogos que se passam no Brasil feitos por próprios brasileiros conseguem ter um cenário mais genérico e estereotipado do próprio lugar onde vivem.
 
Eu acho interessante que o Max Payne 3, um jogo que se passa no Brasil e é feito por gringos, é uma das representações mais realistas do país no mundo dos jogos.
Enquanto isso, jogos que se passam no Brasil feitos por próprios brasileiros conseguem ter um cenário mais genérico e estereotipado do próprio lugar onde vivem.
Eu já tinha comentado isso em algumas páginas atrás: os estúdios gringos têm toda uma organização por trás de fazer um jogo que envolvem quase o mesmo processo de fazer um filme.

Esses tempos atrás estava assistindo Full Metal Jacket, um filme que fala sobre a Guerra do Vietnã onde as cenas que seriam das batalhas no Vietnã foram filmados na Inglaterra.

Decidiram importar algumas palmeiras para dar um aspecto tropical no ambiente, foram em alguma parte abandonada da cidade cheia de prédio caindo aos pedaços e fizeram as cenas onde se passariam no Vietnã lá.

Só que pra fazer isso têm o pessoal responsável pela dita "referência" que seria uma forma de você ter uma base real de como seria um ambiente, um uniforme, uma situação, etc. para poder passar isso para a produção.

Para fazer Max Payne 3 o pessoal responsável pela referência deve ter viajado até o Brasil para ver de perto como que é uma cidade brasileira.

O brasileiro, nem se ele tivesse recurso para isso, se daria ao trabalho. Até porque, de certa forma, lá na gringa é comum o pessoal que trabalha em estúdio de jogos ter formação em artes, música ou algo assim porque, desta forma, se consegue atrelar uma tarefa como compor uma música, escrever um roteiro ou desenhar um ambiente para este pessoal enquanto que o pessoal da programação faz o principal.

É assim que se surgem jogos como Resident Evil, Silent Hill, etc. É o pessoal da direção artística que conversa com o pessoal da programação e vê o que dá para fazer. É óbvio que com a tecnologia de hoje não existe muita limitação, mas na época do PS1, por exemplo, havia muita limitação de hardware e o pessoal tinha que arrumar um jeito de improvisar e, deixando a mecânica de lado, um programador dificilmente tem formação em artes ou música, então assumir uma tarefa de correr atrás de referência artística iria sobrecarregar ele.

"Ah, mas da para meia dúzia de gente fazer tudo isso. É só ver o pessoal da comunidade indie."

A não ser que o projeto seja algum shovelware, ou algo bastante simples, nem rola fazer isso.

É só ver o recém-lançado Kriophobia: 12 anos de desenvolvimento que, com certeza, a maior parte do tempo foi por causa de gente sobrecarregada de trampo e sem muita ideia do que fazer, para lançar o jogo e resultar em flop.

De certa forma, o brasileiro ainda enxerga jogos como algo não tão artístico como filme ou livro. Ele ainda está preso naquela mentalidade antiquada de jogos serem menos do que arte, que se manifesta através do resultado final: um jogo chocho e sem sal que é esquecido no mês seguinte.

Eu quero ver o que vai ser de 171 quando lançarem esse jogo.
 
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esse aqui foi lançado por aquele max do youtube, o jogo ao que parece tem um monte de referencia a youtuber br e a jogos de survival. Não joguei para saber se é bom, mas ao que parece vendeu só umas 200 unidades.
 
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esse aqui foi lançado por aquele max do youtube, o jogo ao que parece tem um monte de referencia a youtuber br e a jogos de survival. Não joguei para saber se é bom, mas ao que parece vendeu só umas 200 unidades.
E já repetindo o mesmo ponto do jogo do the Boys: AILA é um jogo medíocre que só tem visual, um FPS de terror no Unreal 5 que só serve pra punhetar youtuber e as "habilidades" Brasileiras de usar a engine.

Perde em conteúdo pro Total Chaos, perde em atmosfera pro Routine, ambos jogos indies que lançaram quase ao mesmo tempo, enquanto isso os BRs tendo delírios falando que AILA é o RE7 bostileiro, finalmente nossa mediocridade atingiu seu auge.
 
vi uns gameplay, a historia parece interessante, mas o gameplay parece "jogo para dar susto em youtuber" daqueles populares dos anos 10.
 
Prazo inicial de entrega: terceiro trimestre do ano que vem.
O diálogo tá mais natural do que eu esperava. Agora, eu achei que a história iria se passar em uma cidade do interior de São Paulo. Pelo jeito mudou e vai ser na cidade grande.
Daikatana tupiniquim
Daikatana levou 3 anos pra ficar pronto e o líder do time de desenvolvimento já tinha experiência prévia com títulos como Quake, Doom e Wolfenstein. Contando com a troca de engine e tudo mais, 171 está há 13 anos sendo desenvolvido e o time por trás do desenvolvimento já mostrou que este era o primeiro projeto deles.

Por mais que esta thread, assim como as outras, não seja muito movimentada, eu quero estar aqui no dia em que reagirem ao jogo completo sendo lançado e esculhambado porque eu tenho certeza que o pessoal aqui vai dar altas risadas. Mais um jogo que não vai dar em porra nenhuma.

Eu estou ansioso pra ver o resultado de mais de uma década de development hell enchendo o jogo de asset pronto.
 
O jogo Brasileiro mais vendido da Steam vai ganhar um spin-off com gameplay mais automática ainda:
 
Terminarei o ano postando sobre a continuação do jogo feito por apenas dois programadores russos:

Enquanto isso, a nossa indústria continua só lançando merda atrás de merda. Duvido muito que Enigma do Medo e Kriophobia vão ter continuação.

Aliás, faz tempo que eu não ouço falar do cara do Trajes Fatais. Será que ele já tomou processo por não usar dinheiro de edital?
 
De Trajes Fatais, acho que só sobrou a menininha lá do M.U.G.E.N. mesmo e algumas artes do Mução cosplay de ninja.
 
Hack n Slash de dragão:
Tá meio cru, mas pelo menos já mostrou mais gameplay que Residiuum.
 
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